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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/11690/1930</id>
  <updated>2026-04-07T14:31:41Z</updated>
  <dc:date>2026-04-07T14:31:41Z</dc:date>
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    <title>O impacto da ausência familiar no cuidado ao idoso institucionalizado</title>
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    <author>
      <name>Silva, Ana Cristina da</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/11690/4244</id>
    <updated>2025-07-14T21:14:06Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: O impacto da ausência familiar no cuidado ao idoso institucionalizado
Autor(es): Silva, Ana Cristina da
Resumo: Este artigo tem como objetivo descrever, com base na literatura científica, o&#xD;
impacto da ausência familiar no cuidado ao idoso institucionalizado. O delineamento&#xD;
metodológico de revisão de literatura, com enfoque qualitativo, utilizando as bases&#xD;
de dados Google Scholar e repositórios universitários e institucionais onde foram&#xD;
selecionados artigos científicos, livros e teses que abordam a temática da ausência&#xD;
familiar e seu impacto no cuidado de idosos em instituições. Após selecionadas as&#xD;
obras foram submetidas a leitura dos textos,identificadas as principais temáticas e&#xD;
agrupados em categorias de necessidades: psicobiológicas, psicossociais e&#xD;
psicoespirituais. A literatura apontou que a ausência da família gera as&#xD;
necessidades psicobiológicas, como o agravamento de quadros depressivos,&#xD;
distúrbios do sono, sedentarismo e uso excessivo de psicofármacos; as&#xD;
psicossociais, como a perda da autonomia, rompimento de vínculos afetivos,&#xD;
sensação de abandono e desvalorização subjetiva e psicoespirituais, nas quais a fé&#xD;
e a espiritualidade surgem como fontes de enfrentamento, conforto emocional e&#xD;
resgate do sentido da vida em um contexto de solidão e afastamento familiar.&#xD;
Conclui-se que a presença da família impacta em todos os espectros da saúde do&#xD;
idoso, sendo sua ausência causa direta e indireta nos três eixos de necessidades,&#xD;
tornando relevante este entendimento para se estabelecer um cuidado de&#xD;
Enfermagem efetivo e acurado.
Título: O impacto da ausência familiar no cuidado ao idoso institucionalizado
Autor(es): Silva, Ana Cristina da
Orientador(es): Silva, Fabiano Silva da
Resumo: Este artigo tem como objetivo descrever, com base na literatura científica, o&#xD;
impacto da ausência familiar no cuidado ao idoso institucionalizado. O delineamento&#xD;
metodológico de revisão de literatura, com enfoque qualitativo, utilizando as bases&#xD;
de dados Google Scholar e repositórios universitários e institucionais onde foram&#xD;
selecionados artigos científicos, livros e teses que abordam a temática da ausência&#xD;
familiar e seu impacto no cuidado de idosos em instituições. Após selecionadas as&#xD;
obras foram submetidas a leitura dos textos,identificadas as principais temáticas e&#xD;
agrupados em categorias de necessidades: psicobiológicas, psicossociais e&#xD;
psicoespirituais. A literatura apontou que a ausência da família gera as&#xD;
necessidades psicobiológicas, como o agravamento de quadros depressivos,&#xD;
distúrbios do sono, sedentarismo e uso excessivo de psicofármacos; as&#xD;
psicossociais, como a perda da autonomia, rompimento de vínculos afetivos,&#xD;
sensação de abandono e desvalorização subjetiva e psicoespirituais, nas quais a fé&#xD;
e a espiritualidade surgem como fontes de enfrentamento, conforto emocional e&#xD;
resgate do sentido da vida em um contexto de solidão e afastamento familiar.&#xD;
Conclui-se que a presença da família impacta em todos os espectros da saúde do&#xD;
idoso, sendo sua ausência causa direta e indireta nos três eixos de necessidades,&#xD;
tornando relevante este entendimento para se estabelecer um cuidado de&#xD;
Enfermagem efetivo e acurado.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Hipotermia no centro cirúrgico: impacto na recuperação do paciente e o papel da Enfermagem na prevenção e controle</title>
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    <author>
      <name>Trisch, Mônica Beatriz Santos</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/11690/4243</id>
    <updated>2025-07-14T21:08:23Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Hipotermia no centro cirúrgico: impacto na recuperação do paciente e o papel da Enfermagem na prevenção e controle
Autor(es): Trisch, Mônica Beatriz Santos
Resumo: Introdução: a hipotermia no centro cirúrgico quando instalada, gera complicações&#xD;
graves que repercutem em agravo da condição clínica do paciente cirúrgico e requer&#xD;
intervenção imediata. A equipe de enfermagem deve possuir conhecimento&#xD;
sobre as manifestações clínicas e as complicações decorrentes do processo&#xD;
anestésico-cirúrgico, para que haja a elaboração de um plano de intervenção que&#xD;
seja efetivo e eficaz no manejo da hipotermia. Objetivo: Conhecer a hipotermia no&#xD;
paciente cirúrgico, suas causas, complicações e a importância da atuação da&#xD;
enfermagem. Metodologia: revisão de literatura, foram incluídos artigos em&#xD;
português, textos completos disponíveis e dos últimos 10 anos. Para o&#xD;
desenvolvimento do estudo foram selecionados quinze artigos disponíveis na&#xD;
plataforma de busca da LILACS. Desenvolvimento: após a análise dos artigos foi&#xD;
possível dividir os assuntos em cinco categorias, intituladas em: Hipotermia e suas&#xD;
causas, Sinais e sintomas da Hipotermia Perioperatória, Complicações no intra&#xD;
operatório, causados pela Hipotermia, Métodos de prevenção a hipotermia no intra&#xD;
operatório e pós operatório, Papel do enfermeiro no combate a hipotermia em sala&#xD;
cirúrgica. Conclusões: o estudo aponta inúmeras causas e complicações intra e&#xD;
pós-operatórias em pacientes que são submetidos a hipotermia. O enfermeiro tem&#xD;
um papel fundamental na prevenção, identificando os pacientes com maior fator de&#xD;
risco, assim antecipando os cuidados como aquecer o paciente antes do ato&#xD;
cirúrgico, monitorar a temperatura do paciente no perioperatório, utilizar de&#xD;
mecanismos que oferecem calor como mantas térmicas, cobertores, infusões&#xD;
aquecidas.
Título: Hipotermia no centro cirúrgico: impacto na recuperação do paciente e o papel da Enfermagem na prevenção e controle
Autor(es): Trisch, Mônica Beatriz Santos
Orientador(es): Welfer, Márcia
Resumo: Introdução: a hipotermia no centro cirúrgico quando instalada, gera complicações&#xD;
graves que repercutem em agravo da condição clínica do paciente cirúrgico e requer&#xD;
intervenção imediata. A equipe de enfermagem deve possuir conhecimento&#xD;
sobre as manifestações clínicas e as complicações decorrentes do processo&#xD;
anestésico-cirúrgico, para que haja a elaboração de um plano de intervenção que&#xD;
seja efetivo e eficaz no manejo da hipotermia. Objetivo: Conhecer a hipotermia no&#xD;
paciente cirúrgico, suas causas, complicações e a importância da atuação da&#xD;
enfermagem. Metodologia: revisão de literatura, foram incluídos artigos em&#xD;
português, textos completos disponíveis e dos últimos 10 anos. Para o&#xD;
desenvolvimento do estudo foram selecionados quinze artigos disponíveis na&#xD;
plataforma de busca da LILACS. Desenvolvimento: após a análise dos artigos foi&#xD;
possível dividir os assuntos em cinco categorias, intituladas em: Hipotermia e suas&#xD;
causas, Sinais e sintomas da Hipotermia Perioperatória, Complicações no intra&#xD;
operatório, causados pela Hipotermia, Métodos de prevenção a hipotermia no intra&#xD;
operatório e pós operatório, Papel do enfermeiro no combate a hipotermia em sala&#xD;
cirúrgica. Conclusões: o estudo aponta inúmeras causas e complicações intra e&#xD;
pós-operatórias em pacientes que são submetidos a hipotermia. O enfermeiro tem&#xD;
um papel fundamental na prevenção, identificando os pacientes com maior fator de&#xD;
risco, assim antecipando os cuidados como aquecer o paciente antes do ato&#xD;
cirúrgico, monitorar a temperatura do paciente no perioperatório, utilizar de&#xD;
mecanismos que oferecem calor como mantas térmicas, cobertores, infusões&#xD;
aquecidas.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A importância da verificação correta da frequência respiratória em pacientes adultos</title>
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    <author>
      <name>Almeida, Renata Bartz de</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/11690/4242</id>
    <updated>2025-07-14T20:51:23Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A importância da verificação correta da frequência respiratória em pacientes adultos
Autor(es): Almeida, Renata Bartz de
Resumo: Introdução: A Frequência Respiratória (FR) desempenha um papel estratégico na triagem, no&#xD;
acompanhamento de pacientes e na identificação de emergências em que mudanças súbitas&#xD;
podem indicar deterioração do quadro clínico, mas frequentemente esse sinal vital é&#xD;
negligenciado na prática clínica, o que pode levar a erros diagnósticos e piores desfechos.&#xD;
Objetivo: Compreender a importância da verificação da frequência respiratória na prevenção&#xD;
de agravamento de patologias assim como entender às consequências dos erros de verificação&#xD;
da FR e a sua subutilização pela enfermagem. Método: Revisão narrativa. A busca pelas&#xD;
artigos foi realizada por meio das plataformas Scielo, PubMed, Google Scholar e livros.&#xD;
Foram incluídos artigos científicos publicados integralmente entre 2015-2025, nos idiomas&#xD;
português, espanhol e inglês, totalizando em 15 artigos e um livro. Desenvolvimento:&#xD;
Alterações na FR antecedem outros sinais de deterioração, sendo crucial em sepse, paradas&#xD;
cardiorrespiratórias e insuficiências respiratórias (FR &gt;27 irpm indica risco iminente de&#xD;
parada cardíaca). Apesar disso, é o sinal menos registrado em prontuários, mesmo em UTIs.&#xD;
Os principais problemas incluem: Priorização de outros parâmetros como Pressão Arterial, e&#xD;
frequência cardíaca, há falta de padronização na aferição e deficiências na educação&#xD;
continuada. Conclusão: A FR é subvalorizada, mas essencial para detecção precoce de&#xD;
complicações. Protocolos de monitoramento contínuo, capacitação da equipe e maior atenção&#xD;
à FR podem reduzir erros e melhorar desfechos.
Título: A importância da verificação correta da frequência respiratória em pacientes adultos
Autor(es): Almeida, Renata Bartz de
Orientador(es): Welfer, Márcia
Resumo: Introdução: A Frequência Respiratória (FR) desempenha um papel estratégico na triagem, no&#xD;
acompanhamento de pacientes e na identificação de emergências em que mudanças súbitas&#xD;
podem indicar deterioração do quadro clínico, mas frequentemente esse sinal vital é&#xD;
negligenciado na prática clínica, o que pode levar a erros diagnósticos e piores desfechos.&#xD;
Objetivo: Compreender a importância da verificação da frequência respiratória na prevenção&#xD;
de agravamento de patologias assim como entender às consequências dos erros de verificação&#xD;
da FR e a sua subutilização pela enfermagem. Método: Revisão narrativa. A busca pelas&#xD;
artigos foi realizada por meio das plataformas Scielo, PubMed, Google Scholar e livros.&#xD;
Foram incluídos artigos científicos publicados integralmente entre 2015-2025, nos idiomas&#xD;
português, espanhol e inglês, totalizando em 15 artigos e um livro. Desenvolvimento:&#xD;
Alterações na FR antecedem outros sinais de deterioração, sendo crucial em sepse, paradas&#xD;
cardiorrespiratórias e insuficiências respiratórias (FR &gt;27 irpm indica risco iminente de&#xD;
parada cardíaca). Apesar disso, é o sinal menos registrado em prontuários, mesmo em UTIs.&#xD;
Os principais problemas incluem: Priorização de outros parâmetros como Pressão Arterial, e&#xD;
frequência cardíaca, há falta de padronização na aferição e deficiências na educação&#xD;
continuada. Conclusão: A FR é subvalorizada, mas essencial para detecção precoce de&#xD;
complicações. Protocolos de monitoramento contínuo, capacitação da equipe e maior atenção&#xD;
à FR podem reduzir erros e melhorar desfechos.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Cuidados paliativos no paciente oncológico: desafios e estratégias na prática de Enfermagem</title>
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    <author>
      <name>Rosa, Talluah Sponchiado da</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/11690/4241</id>
    <updated>2025-07-14T20:43:29Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Cuidados paliativos no paciente oncológico: desafios e estratégias na prática de Enfermagem
Autor(es): Rosa, Talluah Sponchiado da
Resumo: Introdução: Perante o aumento dos casos de câncer em fases avançadas, o&#xD;
cuidado paliativo oncológico tem se mostrado cada vez mais essencial. O foco da&#xD;
assistência se dirige a melhorar a qualidade de vida, assim, a enfermagem&#xD;
desempenha um papel fundamental, oferecendo cuidados durante todo o processo.&#xD;
Objetivo: conhecer os desafios enfrentados pelos profissionais de enfermagem nos&#xD;
cuidados paliativos a pacientes oncológicos. Metodologia: pesquisa de revisão de&#xD;
literatura. Foram selecionadas referências dos últimos 5 anos, na base de dados da&#xD;
BVS, LILACS, BDENF, no idioma português, com pacientes adultos em ambiente&#xD;
hospitalar, totalizando em 22 artigos para análise. Desenvolvimento: foi possível&#xD;
conhecer a complexidade da atuação da enfermagem nos cuidados paliativos&#xD;
oncológicos. Aborda o manejo de sintomas e feridas neoplásicas, destacando a&#xD;
necessidade de intervenções técnico-científicas e sensíveis. A vivência do&#xD;
adoecimento, tanto pelo paciente quanto pelos familiares, é marcada por intensas&#xD;
demandas emocionais, exigindo empatia, comunicação e escuta ativa. Além disso,&#xD;
percebe-se uma deficiência na preparação acadêmica dos enfermeiros para agir&#xD;
neste ambiente específico. Assim, evidencia a urgência em investir na educação&#xD;
permanente e em priorizar o cuidado humanizado. Conclusões: No contexto dos&#xD;
cuidados paliativos em pacientes com doença oncológica, conclui-se que o papel da&#xD;
enfermagem exige uma abordagem clínica, que vá além do manejo clínico, e que&#xD;
inclua empatia e sensibilidade diante da dor, fragilidade emocional, tomada de&#xD;
decisões e angústia vivenciada pelos familiares. A formação acadêmica ainda se&#xD;
mostra limitada, o que reforça a necessidade de qualificação profissional contínua e&#xD;
de práticas mais humanizadas.
Título: Cuidados paliativos no paciente oncológico: desafios e estratégias na prática de Enfermagem
Autor(es): Rosa, Talluah Sponchiado da
Orientador(es): Welfer, Márcia
Resumo: Introdução: Perante o aumento dos casos de câncer em fases avançadas, o&#xD;
cuidado paliativo oncológico tem se mostrado cada vez mais essencial. O foco da&#xD;
assistência se dirige a melhorar a qualidade de vida, assim, a enfermagem&#xD;
desempenha um papel fundamental, oferecendo cuidados durante todo o processo.&#xD;
Objetivo: conhecer os desafios enfrentados pelos profissionais de enfermagem nos&#xD;
cuidados paliativos a pacientes oncológicos. Metodologia: pesquisa de revisão de&#xD;
literatura. Foram selecionadas referências dos últimos 5 anos, na base de dados da&#xD;
BVS, LILACS, BDENF, no idioma português, com pacientes adultos em ambiente&#xD;
hospitalar, totalizando em 22 artigos para análise. Desenvolvimento: foi possível&#xD;
conhecer a complexidade da atuação da enfermagem nos cuidados paliativos&#xD;
oncológicos. Aborda o manejo de sintomas e feridas neoplásicas, destacando a&#xD;
necessidade de intervenções técnico-científicas e sensíveis. A vivência do&#xD;
adoecimento, tanto pelo paciente quanto pelos familiares, é marcada por intensas&#xD;
demandas emocionais, exigindo empatia, comunicação e escuta ativa. Além disso,&#xD;
percebe-se uma deficiência na preparação acadêmica dos enfermeiros para agir&#xD;
neste ambiente específico. Assim, evidencia a urgência em investir na educação&#xD;
permanente e em priorizar o cuidado humanizado. Conclusões: No contexto dos&#xD;
cuidados paliativos em pacientes com doença oncológica, conclui-se que o papel da&#xD;
enfermagem exige uma abordagem clínica, que vá além do manejo clínico, e que&#xD;
inclua empatia e sensibilidade diante da dor, fragilidade emocional, tomada de&#xD;
decisões e angústia vivenciada pelos familiares. A formação acadêmica ainda se&#xD;
mostra limitada, o que reforça a necessidade de qualificação profissional contínua e&#xD;
de práticas mais humanizadas.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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