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    <title>DSpace Communidade:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11690/162</link>
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    <dc:date>2026-04-08T06:20:53Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11690/4500">
    <title>Burnout em profissionais de saúde da emergência hospitalar: desafios emocionais e ocupacionais: um estudo com equipes atuantes em pronto-socorro</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11690/4500</link>
    <description>Título: Burnout em profissionais de saúde da emergência hospitalar: desafios emocionais e ocupacionais: um estudo com equipes atuantes em pronto-socorro
Autor(es): Scherer, Daiane Bombardelli
Resumo: Os profissionais da saúde que atuam em unidades de atendimento especializado e crítico,&#xD;
especialmente enfermeiros e técnicos de enfermagem estão entre os mais expostos ao risco de&#xD;
desenvolvimento da síndrome de burnout, em razão do contato contínuo com situações de alta&#xD;
demanda assistencial e sofrimento humano. Este Trabalho de Conclusão de Curso teve como&#xD;
objetivo identificar e compreender a manifestação do burnout entre profissionais atuantes nas&#xD;
áreas de emergência, com base em vivências observadas durante o estágio hospitalar e na&#xD;
crescente incidência de sintomas de exaustão física e emocional nesse contexto. Trata-se de&#xD;
uma pesquisa de abordagem mista, conforme proposta de Creswell e Clark (2013), utilizando&#xD;
como instrumento principal a escala Copenhagen Burnout Inventory (CBI). Os escores foram&#xD;
categorizados em escala Likert: baixo (≤2,49), moderado (2,50–3,49) e alto (≥3,50–5,00).&#xD;
Complementarmente, foram realizadas entrevistas semiestruturadas para aprofundar a&#xD;
compreensão das percepções individuais sobre o fenômeno. Participaram do estudo 80&#xD;
profissionais do Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre/RS, sendo 58 mulheres (72,5%),&#xD;
19 homens (23,75%) e 3 pessoas (3,75%) que se identificaram com outra identidade de&#xD;
gênero, com idades entre 23 e 68 anos. A distribuição por turno indicou 65% no período&#xD;
diurno e 35% no noturno. Os resultados mostraram que 85% dos participantes apresentaram&#xD;
níveis de burnout moderado ou alto (15,0% baixo; 66,25% moderado; 18,75% alto). Por&#xD;
domínio, os índices mais elevados foram observados nas dimensões pessoal (35,0%) e&#xD;
organizacional (28,75%), seguidas pelo domínio paciente/atendimento (12,5%), sugerindo&#xD;
predomínio do desgaste emocional individual e institucional. Os achados reforçam a&#xD;
necessidade de ações institucionais de prevenção e cuidado em saúde ocupacional, bem como&#xD;
de políticas voltadas à promoção de bem-estar e suporte psicológico nos contextos de&#xD;
urgência e emergência. Espera-se que este estudo contribua para o fortalecimento das práticas&#xD;
de cuidado e gestão da saúde mental dos profissionais da linha de frente.
Título: Burnout em profissionais de saúde da emergência hospitalar: desafios emocionais e ocupacionais: um estudo com equipes atuantes em pronto-socorro
Autor(es): Scherer, Daiane Bombardelli
Orientador(es): Campos, Camila Bolzan de
Resumo: Os profissionais da saúde que atuam em unidades de atendimento especializado e crítico,&#xD;
especialmente enfermeiros e técnicos de enfermagem estão entre os mais expostos ao risco de&#xD;
desenvolvimento da síndrome de burnout, em razão do contato contínuo com situações de alta&#xD;
demanda assistencial e sofrimento humano. Este Trabalho de Conclusão de Curso teve como&#xD;
objetivo identificar e compreender a manifestação do burnout entre profissionais atuantes nas&#xD;
áreas de emergência, com base em vivências observadas durante o estágio hospitalar e na&#xD;
crescente incidência de sintomas de exaustão física e emocional nesse contexto. Trata-se de&#xD;
uma pesquisa de abordagem mista, conforme proposta de Creswell e Clark (2013), utilizando&#xD;
como instrumento principal a escala Copenhagen Burnout Inventory (CBI). Os escores foram&#xD;
categorizados em escala Likert: baixo (≤2,49), moderado (2,50–3,49) e alto (≥3,50–5,00).&#xD;
Complementarmente, foram realizadas entrevistas semiestruturadas para aprofundar a&#xD;
compreensão das percepções individuais sobre o fenômeno. Participaram do estudo 80&#xD;
profissionais do Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre/RS, sendo 58 mulheres (72,5%),&#xD;
19 homens (23,75%) e 3 pessoas (3,75%) que se identificaram com outra identidade de&#xD;
gênero, com idades entre 23 e 68 anos. A distribuição por turno indicou 65% no período&#xD;
diurno e 35% no noturno. Os resultados mostraram que 85% dos participantes apresentaram&#xD;
níveis de burnout moderado ou alto (15,0% baixo; 66,25% moderado; 18,75% alto). Por&#xD;
domínio, os índices mais elevados foram observados nas dimensões pessoal (35,0%) e&#xD;
organizacional (28,75%), seguidas pelo domínio paciente/atendimento (12,5%), sugerindo&#xD;
predomínio do desgaste emocional individual e institucional. Os achados reforçam a&#xD;
necessidade de ações institucionais de prevenção e cuidado em saúde ocupacional, bem como&#xD;
de políticas voltadas à promoção de bem-estar e suporte psicológico nos contextos de&#xD;
urgência e emergência. Espera-se que este estudo contribua para o fortalecimento das práticas&#xD;
de cuidado e gestão da saúde mental dos profissionais da linha de frente.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11690/4499">
    <title>Corrida de rua como estratégia de promoção da saúde mental e bem estar: uma revisão narrativa sobre os benefícios psicológicos do exercício</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11690/4499</link>
    <description>Título: Corrida de rua como estratégia de promoção da saúde mental e bem estar: uma revisão narrativa sobre os benefícios psicológicos do exercício
Autor(es): Dias, Viviane Cristina Borges
Resumo: A prática de exercício físico promove saúde mental e física, sendo uma estratégia importante. A&#xD;
corrida de rua se sobressai por ter impactos relevantes nos neurotransmissores, contribuindo para&#xD;
o bem-estar. Esta análise refere-se a uma revisão narrativa de estudos científicos, tendo como&#xD;
principal tema a prática da corrida e seus benefícios cognitivos, emocionais e físicos. O objetivo é&#xD;
analisar o efeito da corrida na promoção da saúde mental e na melhora dos sintomas de ansiedade&#xD;
e depressão. Os resultados analisados sugerem que a prática da corrida auxilia na liberação de&#xD;
neurotransmissores, como endorfina, dopamina e serotonina, proporcionando regulação do humor&#xD;
e melhora na redução do estresse, atuando como uma intervenção não farmacológica. A prática de&#xD;
corrida de rua possibilita ao indivíduo melhorar a autoestima, a autoconfiança, a sensação de&#xD;
pertencimento, e vínculo social, sendo um fator de proteção, evitando doenças físicas e&#xD;
emocionais. Entende-se que praticar corrida pode ser um adendo no tratamento de depressão e&#xD;
ansiedade, sendo uma atividade sem custo financeiro, trazendo consolidação entre o físico,&#xD;
psicológico e na busca do bem-estar. Propõem-se pesquisas futuras mais aprofundadas; nesta&#xD;
revisão encontrou-se esta lacuna no que se refere a estudos em diferentes ambientes clínicos, em&#xD;
faixas etárias diferentes e comprovação do efeito protetor na saúde física e mental.
Título: Corrida de rua como estratégia de promoção da saúde mental e bem estar: uma revisão narrativa sobre os benefícios psicológicos do exercício
Autor(es): Dias, Viviane Cristina Borges
Orientador(es): Campos, Camila Bolzan de
Resumo: A prática de exercício físico promove saúde mental e física, sendo uma estratégia importante. A&#xD;
corrida de rua se sobressai por ter impactos relevantes nos neurotransmissores, contribuindo para&#xD;
o bem-estar. Esta análise refere-se a uma revisão narrativa de estudos científicos, tendo como&#xD;
principal tema a prática da corrida e seus benefícios cognitivos, emocionais e físicos. O objetivo é&#xD;
analisar o efeito da corrida na promoção da saúde mental e na melhora dos sintomas de ansiedade&#xD;
e depressão. Os resultados analisados sugerem que a prática da corrida auxilia na liberação de&#xD;
neurotransmissores, como endorfina, dopamina e serotonina, proporcionando regulação do humor&#xD;
e melhora na redução do estresse, atuando como uma intervenção não farmacológica. A prática de&#xD;
corrida de rua possibilita ao indivíduo melhorar a autoestima, a autoconfiança, a sensação de&#xD;
pertencimento, e vínculo social, sendo um fator de proteção, evitando doenças físicas e&#xD;
emocionais. Entende-se que praticar corrida pode ser um adendo no tratamento de depressão e&#xD;
ansiedade, sendo uma atividade sem custo financeiro, trazendo consolidação entre o físico,&#xD;
psicológico e na busca do bem-estar. Propõem-se pesquisas futuras mais aprofundadas; nesta&#xD;
revisão encontrou-se esta lacuna no que se refere a estudos em diferentes ambientes clínicos, em&#xD;
faixas etárias diferentes e comprovação do efeito protetor na saúde física e mental.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11690/4498">
    <title>A metacognição enquanto estratégia de aprendizagem comportamental: um diálogo com a literatura</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11690/4498</link>
    <description>Título: A metacognição enquanto estratégia de aprendizagem comportamental: um diálogo com a literatura
Autor(es): Pereira, Rodaica Torres
Resumo: O objetivo do presente artigo consiste em investigar sobre o potencial da metacognição&#xD;
enquanto estratégia de aprendizagem comportamental a partir de um diálogo com produções&#xD;
científicas mapeadas dos anos 2018 a 2025. Trata-se de uma pesquisa de revisão de literatura&#xD;
de cunho qualitativo, do tipo Estado do Conhecimento. A análise seguiu as orientações de&#xD;
Laurence Bardin. Os resultados apontaram para as seguintes categorias: a) cognição, que&#xD;
reuniu estudos voltados à definição, evolução conceitual e aos processos de monitoramento e&#xD;
controle cognitivo; b) autoconhecimento, que evidenciou o papel reflexivo e avaliativo da&#xD;
metacognição na compreensão de si e na modulação interna de pensamentos e ações; c)&#xD;
comportamento humano, a qual destacou a influência da metacognição na tomada de&#xD;
decisões, na adaptação comportamental e nas interações sociais; d) autoestima e terapia&#xD;
metacognitiva de Wells, que evidenciaram como crenças e julgamentos metacognitivos&#xD;
impactam mudanças emocionais e comportamentais em contextos clínicos. Pode-se concluir&#xD;
que a metacognição apresenta potencial significativo como estratégia de aprendizagem&#xD;
comportamental, pois favorece reflexão, regulação e transformação de ações.
Título: A metacognição enquanto estratégia de aprendizagem comportamental: um diálogo com a literatura
Autor(es): Pereira, Rodaica Torres
Orientador(es): Jung, Hildegard Susana
Resumo: O objetivo do presente artigo consiste em investigar sobre o potencial da metacognição&#xD;
enquanto estratégia de aprendizagem comportamental a partir de um diálogo com produções&#xD;
científicas mapeadas dos anos 2018 a 2025. Trata-se de uma pesquisa de revisão de literatura&#xD;
de cunho qualitativo, do tipo Estado do Conhecimento. A análise seguiu as orientações de&#xD;
Laurence Bardin. Os resultados apontaram para as seguintes categorias: a) cognição, que&#xD;
reuniu estudos voltados à definição, evolução conceitual e aos processos de monitoramento e&#xD;
controle cognitivo; b) autoconhecimento, que evidenciou o papel reflexivo e avaliativo da&#xD;
metacognição na compreensão de si e na modulação interna de pensamentos e ações; c)&#xD;
comportamento humano, a qual destacou a influência da metacognição na tomada de&#xD;
decisões, na adaptação comportamental e nas interações sociais; d) autoestima e terapia&#xD;
metacognitiva de Wells, que evidenciaram como crenças e julgamentos metacognitivos&#xD;
impactam mudanças emocionais e comportamentais em contextos clínicos. Pode-se concluir&#xD;
que a metacognição apresenta potencial significativo como estratégia de aprendizagem&#xD;
comportamental, pois favorece reflexão, regulação e transformação de ações.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11690/4497">
    <title>Avaliação diagnóstica no contexto de transtornos por uso de substâncias</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11690/4497</link>
    <description>Título: Avaliação diagnóstica no contexto de transtornos por uso de substâncias
Autor(es): Conceição, Rafael Silveira
Resumo: O Transtorno por Uso de Substâncias (TUS) constitui um problema complexo de saúde&#xD;
pública e mental, impactando indivíduos e comunidades. Sua compreensão requer&#xD;
investigação rigorosa dos critérios diagnósticos e dos fatores biopsicossociais relacionados ao&#xD;
uso. O presente estudo tem como objetivo descrever e analisar o processo de avaliação&#xD;
diagnóstica dos TUS, destacando suas principais etapas, instrumentos e referenciais teóricos,&#xD;
como o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, Revisão de Texto da 5a&#xD;
edição (DSM-5-TR) e a Classificação Internacional de Doenças, 11a Revisão (CID-11). A&#xD;
pesquisa foi conduzida por meio de uma revisão narrativa da literatura, contemplando&#xD;
publicações nacionais e internacionais sobre critérios diagnósticos, instrumentos psicológicos&#xD;
e a atuação do psicólogo nesse contexto. Os resultados evidenciam que a avaliação&#xD;
diagnóstica dos TUS constitui um processo técnico, científico e ético, que requer o uso de&#xD;
instrumentos padronizados, entrevistas clínicas e análise contextual dos fatores&#xD;
biopsicossociais associados ao uso de substâncias. Contudo, ainda persistem desafios, como a&#xD;
escassez de instrumentos validados para essa população e a necessidade de maior articulação&#xD;
entre as dimensões psicossociais e os sistemas classificatórios. Conclui-se que a avaliação&#xD;
diagnóstica em TUS deve ser compreendida como um processo multidimensional e&#xD;
humanizado, essencial para o planejamento terapêutico e a promoção da saúde mental.&#xD;
Pesquisas futuras podem explorar o desenvolvimento e validação de instrumentos específicos&#xD;
para diferentes populações e contextos clínicos. Além disso, estudos longitudinais podem&#xD;
aprofundar a compreensão das interações entre fatores biopsicossociais e a evolução dos TUS&#xD;
ao longo do tempo.
Título: Avaliação diagnóstica no contexto de transtornos por uso de substâncias
Autor(es): Conceição, Rafael Silveira
Orientador(es): Feijó, Luan Paris
Resumo: O Transtorno por Uso de Substâncias (TUS) constitui um problema complexo de saúde&#xD;
pública e mental, impactando indivíduos e comunidades. Sua compreensão requer&#xD;
investigação rigorosa dos critérios diagnósticos e dos fatores biopsicossociais relacionados ao&#xD;
uso. O presente estudo tem como objetivo descrever e analisar o processo de avaliação&#xD;
diagnóstica dos TUS, destacando suas principais etapas, instrumentos e referenciais teóricos,&#xD;
como o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, Revisão de Texto da 5a&#xD;
edição (DSM-5-TR) e a Classificação Internacional de Doenças, 11a Revisão (CID-11). A&#xD;
pesquisa foi conduzida por meio de uma revisão narrativa da literatura, contemplando&#xD;
publicações nacionais e internacionais sobre critérios diagnósticos, instrumentos psicológicos&#xD;
e a atuação do psicólogo nesse contexto. Os resultados evidenciam que a avaliação&#xD;
diagnóstica dos TUS constitui um processo técnico, científico e ético, que requer o uso de&#xD;
instrumentos padronizados, entrevistas clínicas e análise contextual dos fatores&#xD;
biopsicossociais associados ao uso de substâncias. Contudo, ainda persistem desafios, como a&#xD;
escassez de instrumentos validados para essa população e a necessidade de maior articulação&#xD;
entre as dimensões psicossociais e os sistemas classificatórios. Conclui-se que a avaliação&#xD;
diagnóstica em TUS deve ser compreendida como um processo multidimensional e&#xD;
humanizado, essencial para o planejamento terapêutico e a promoção da saúde mental.&#xD;
Pesquisas futuras podem explorar o desenvolvimento e validação de instrumentos específicos&#xD;
para diferentes populações e contextos clínicos. Além disso, estudos longitudinais podem&#xD;
aprofundar a compreensão das interações entre fatores biopsicossociais e a evolução dos TUS&#xD;
ao longo do tempo.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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