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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11690/1087</link>
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    <pubDate>Sat, 04 Apr 2026 11:49:12 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-04T11:49:12Z</dc:date>
    <item>
      <title>Plantas medicinais e acesso à saúde: uma visão no contexto dos imigrantes</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11690/4530</link>
      <description>Título: Plantas medicinais e acesso à saúde: uma visão no contexto dos imigrantes
Autor(es): Brochier, Bruna
Resumo: O estudo investigou o uso de plantas medicinais entre imigrantes residentes nomunicípio de Canoas (RS), buscando compreender como se dá a preservação eadaptação desses saberes tradicionais no contexto migratório. O objetivo foiidentificar as principais plantas utilizadas em seus países de origem, analisar suasdenominações locais e avaliar possíveis barreiras linguísticas e de acesso a essasespécies no Brasil. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter transversal edescritivo, realizada por meio de entrevistas semiestruturadas com sete imigrantes,majoritariamente venezuelanos e um haitiano. A análise seguiu o método de Análisede Conteúdo de Bardin. Os resultados indicaram que todos os participantesutilizavam plantas medicinais antes da migração e que seis deles mantiveram o usono Brasil, ainda que com adaptações às espécies disponíveis. Entre as plantas maiscitadas destacaram-se Plectranthus amboinicus, Cymbopogon citratus, Phyllanthusniruri, Peumus boldus e Aloe vera. As falas revelaram dificuldades no acesso àsplantas e aos serviços de saúde, bem como barreiras linguísticas que comprometema identificação das espécies. Observou-se forte correspondência entre o saberpopular dos imigrantes e as evidências científicas descritas na literatura, reforçandoa importância do conhecimento tradicional. Como produto técnico, desenvolveu-secartilha bilíngue em português, espanhol e francês com orientações sobre o usocorreto das plantas e suas equivalências linguísticas, visando facilitar o acesso àinformação e valorizar a diversidade cultural
Título: Plantas medicinais e acesso à saúde: uma visão no contexto dos imigrantes
Autor(es): Brochier, Bruna
Orientador(es): Silva, Fernanda Rabaioli da
Resumo: O estudo investigou o uso de plantas medicinais entre imigrantes residentes nomunicípio de Canoas (RS), buscando compreender como se dá a preservação eadaptação desses saberes tradicionais no contexto migratório. O objetivo foiidentificar as principais plantas utilizadas em seus países de origem, analisar suasdenominações locais e avaliar possíveis barreiras linguísticas e de acesso a essasespécies no Brasil. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter transversal edescritivo, realizada por meio de entrevistas semiestruturadas com sete imigrantes,majoritariamente venezuelanos e um haitiano. A análise seguiu o método de Análisede Conteúdo de Bardin. Os resultados indicaram que todos os participantesutilizavam plantas medicinais antes da migração e que seis deles mantiveram o usono Brasil, ainda que com adaptações às espécies disponíveis. Entre as plantas maiscitadas destacaram-se Plectranthus amboinicus, Cymbopogon citratus, Phyllanthusniruri, Peumus boldus e Aloe vera. As falas revelaram dificuldades no acesso àsplantas e aos serviços de saúde, bem como barreiras linguísticas que comprometema identificação das espécies. Observou-se forte correspondência entre o saberpopular dos imigrantes e as evidências científicas descritas na literatura, reforçandoa importância do conhecimento tradicional. Como produto técnico, desenvolveu-secartilha bilíngue em português, espanhol e francês com orientações sobre o usocorreto das plantas e suas equivalências linguísticas, visando facilitar o acesso àinformação e valorizar a diversidade cultural</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/4530</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Acesso à saúde no Brasil: dificuldades enfrentadas por imigrantes</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11690/4468</link>
      <description>Título: Acesso à saúde no Brasil: dificuldades enfrentadas por imigrantes
Autor(es): Santos, Carine Rocha dos
Resumo: As populações migrantes enfrentam diversos desafio ao migrar para outros países e&#xD;
a dificuldade ao acesso a saúde representa um deles. O objetivo deste trabalho&#xD;
consiste em identificar os principais obstáculos enfrentados pelos imigrantes&#xD;
funcionários do Complexo hospitalar Santa Casa de Porto Alegre, Rio Grande do Sul&#xD;
enfrentam para acessar os serviços de saúde. Foi aplicado um questionário com&#xD;
perguntas fechadas aos imigrantes que exercem suas atividades laborais em um&#xD;
ambiente hospitalar a fim de identificar o perfil sociodemográfico e as principais&#xD;
dificuldades no acesso a saúde desta população. A amostra foi composta por 30&#xD;
imigrantes, com predominância masculina (53,3%) com uma idade média de 38 anos.&#xD;
Metade desta população residia no país há mais de cinco anos, advindos,&#xD;
principalmente, da Venezuela (53,3%), Equador (16,7%) e Haiti (16,7%).Observou-se&#xD;
equidade na distribuição da raça/etnia entre brancos (30%), negros (30,0%) e&#xD;
pardos/mulatos (33,3%). O estado civil predominante foi solteiro (60,0%). O nível de&#xD;
escolaridade mais frequente foi ensino médio completo (30%) e fundamental&#xD;
incompleto (23,3%). As principais dificuldades enfrentadas pelos imigrantes&#xD;
identificadas pelo questionário incluíram a barreira linguística (53,6%), longos tempos&#xD;
de espera para consultas, exames ou tratamentos (53,6%) e, em menor percentual,&#xD;
discriminação ou preconceito (10,7%). Nas experiências positivas identificadas&#xD;
destacou-se o bom acolhimento e respeito por parte dos profissionais de saúde&#xD;
(67,9%), consultas e tratamentos gratuitos (28,6%) e esforços de comunicação&#xD;
mesmo com barreiras linguísticas (21,4%). Como Produto técnico, desenvolveu-se&#xD;
uma cartilha bilíngue em português e espanhol com orientações sobre como acessar&#xD;
os principais serviços da rede de atenção básicas oferecidas pelo Sistema único de&#xD;
saúde na cidade de Porto Alegre, RS visando facilitar o acesso a informação e reduzir&#xD;
desigualdades vivenciadas por essa população.
Título: Acesso à saúde no Brasil: dificuldades enfrentadas por imigrantes
Autor(es): Santos, Carine Rocha dos
Orientador(es): Konradt, Daniele Mariath Bassuino
Resumo: As populações migrantes enfrentam diversos desafio ao migrar para outros países e&#xD;
a dificuldade ao acesso a saúde representa um deles. O objetivo deste trabalho&#xD;
consiste em identificar os principais obstáculos enfrentados pelos imigrantes&#xD;
funcionários do Complexo hospitalar Santa Casa de Porto Alegre, Rio Grande do Sul&#xD;
enfrentam para acessar os serviços de saúde. Foi aplicado um questionário com&#xD;
perguntas fechadas aos imigrantes que exercem suas atividades laborais em um&#xD;
ambiente hospitalar a fim de identificar o perfil sociodemográfico e as principais&#xD;
dificuldades no acesso a saúde desta população. A amostra foi composta por 30&#xD;
imigrantes, com predominância masculina (53,3%) com uma idade média de 38 anos.&#xD;
Metade desta população residia no país há mais de cinco anos, advindos,&#xD;
principalmente, da Venezuela (53,3%), Equador (16,7%) e Haiti (16,7%).Observou-se&#xD;
equidade na distribuição da raça/etnia entre brancos (30%), negros (30,0%) e&#xD;
pardos/mulatos (33,3%). O estado civil predominante foi solteiro (60,0%). O nível de&#xD;
escolaridade mais frequente foi ensino médio completo (30%) e fundamental&#xD;
incompleto (23,3%). As principais dificuldades enfrentadas pelos imigrantes&#xD;
identificadas pelo questionário incluíram a barreira linguística (53,6%), longos tempos&#xD;
de espera para consultas, exames ou tratamentos (53,6%) e, em menor percentual,&#xD;
discriminação ou preconceito (10,7%). Nas experiências positivas identificadas&#xD;
destacou-se o bom acolhimento e respeito por parte dos profissionais de saúde&#xD;
(67,9%), consultas e tratamentos gratuitos (28,6%) e esforços de comunicação&#xD;
mesmo com barreiras linguísticas (21,4%). Como Produto técnico, desenvolveu-se&#xD;
uma cartilha bilíngue em português e espanhol com orientações sobre como acessar&#xD;
os principais serviços da rede de atenção básicas oferecidas pelo Sistema único de&#xD;
saúde na cidade de Porto Alegre, RS visando facilitar o acesso a informação e reduzir&#xD;
desigualdades vivenciadas por essa população.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/4468</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Barreiras socioculturais que dificultam o acesso à saúde: uma análise dos desafios enfrentados por imigrantes no município de Canoas-RS</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11690/4466</link>
      <description>Título: Barreiras socioculturais que dificultam o acesso à saúde: uma análise dos desafios enfrentados por imigrantes no município de Canoas-RS
Autor(es): Queiroz, Jéssica dos Santos
Resumo: Introdução: A população imigrante enfrenta múltiplos desafios no acesso aos&#xD;
serviços de saúde, frequentemente relacionados a barreiras estruturais, culturais e&#xD;
linguísticas. No Brasil, ainda são escassos os estudos que investigam as&#xD;
necessidades não atendidas em atenção primária à saúde (APS) entre imigrantes,&#xD;
especialmente em contextos municipais. Objetivo: Verificar a prevalência de&#xD;
necessidades não atendidas em atenção primária à saúde entre imigrantes&#xD;
residentes na cidade de Canoas, Rio Grande do Sul. Métodos: Trata-se de um&#xD;
estudo transversal, de abordagem quantitativa, realizado na sede do Projeto Social&#xD;
Caminho do Bem (PSCB), instituição vinculada à Pastoral Unilasalle. A coleta de&#xD;
dados ocorreu durante oficinas realizadas entre abril e junho de 2025, com&#xD;
imigrantes convidados a participar voluntariamente. Foram incluídos indivíduos com&#xD;
18 anos ou mais, residentes em Canoas-RS, e excluídos aqueles com déficit&#xD;
cognitivo impeditivo, recusa em assinar o termo de consentimento ou tempo de&#xD;
residência no Brasil inferior a três meses. Os participantes responderam a um&#xD;
questionário sociodemográfico e a um instrumento baseado em Bajgain et al. (2021)&#xD;
para avaliar a presença de necessidades não atendidas em APS. Foram analisadas&#xD;
as razões para a falta de atendimento — classificadas em acessibilidade,&#xD;
disponibilidade e aceitabilidade — e os impactos pessoais e econômicos&#xD;
decorrentes. Resultados: Participaram 20 imigrantes, com idade média de 34,1 ±&#xD;
10,6 anos, majoritariamente do sexo feminino (60%) e com ensino médio completo&#xD;
(65%). Todos relataram ter experimentado, nos últimos 12 meses, pelo menos uma&#xD;
necessidade de saúde não atendida. Os serviços mais frequentemente mencionados&#xD;
foram encaminhamento para médico especialista (30%), exames laboratoriais (15%)&#xD;
e atendimento odontológico (15%). As principais barreiras de acessibilidade&#xD;
incluíram custo (50%) e distância (38,9%); de disponibilidade, o tempo de espera&#xD;
prolongado (38,9%) e indisponibilidade no momento necessário (33,3%); e de&#xD;
aceitabilidade, a percepção de atendimento insuficiente (27,8%) e a dificuldade de&#xD;
comunicação linguística (22,2%). Não foram observadas associações significativas&#xD;
entre idade ou tempo de residência no Brasil e os tipos de barreiras relatadas (p &gt;&#xD;
0,05). Entre os impactos pessoais, destacaram-se prejuízos à saúde mental (30%) e&#xD;
piora do estado geral (25%); entre os impactos econômicos, aumento das despesas&#xD;
(30%) e uso de medicamentos sem prescrição (25%). Também não houve&#xD;
associação significativa entre idade ou tempo de residência e os tipos de impacto (p&#xD;
&gt; 0,05). Conclusão: Todos os imigrantes participantes apresentaram alguma&#xD;
necessidade de saúde não atendida, com predomínio de barreiras ligadas à&#xD;
acessibilidade e disponibilidade dos serviços. Os resultados indicam fragilidades na&#xD;
integração da população imigrante aos serviços de atenção primária à saúde e&#xD;
reforçam a necessidade de políticas públicas que ampliem o acesso equitativo,&#xD;
considerando as dimensões culturais, linguísticas e socioeconômicas.
Título: Barreiras socioculturais que dificultam o acesso à saúde: uma análise dos desafios enfrentados por imigrantes no município de Canoas-RS
Autor(es): Queiroz, Jéssica dos Santos
Orientador(es): Boniatti, Márcio Manozzo
Resumo: Introdução: A população imigrante enfrenta múltiplos desafios no acesso aos&#xD;
serviços de saúde, frequentemente relacionados a barreiras estruturais, culturais e&#xD;
linguísticas. No Brasil, ainda são escassos os estudos que investigam as&#xD;
necessidades não atendidas em atenção primária à saúde (APS) entre imigrantes,&#xD;
especialmente em contextos municipais. Objetivo: Verificar a prevalência de&#xD;
necessidades não atendidas em atenção primária à saúde entre imigrantes&#xD;
residentes na cidade de Canoas, Rio Grande do Sul. Métodos: Trata-se de um&#xD;
estudo transversal, de abordagem quantitativa, realizado na sede do Projeto Social&#xD;
Caminho do Bem (PSCB), instituição vinculada à Pastoral Unilasalle. A coleta de&#xD;
dados ocorreu durante oficinas realizadas entre abril e junho de 2025, com&#xD;
imigrantes convidados a participar voluntariamente. Foram incluídos indivíduos com&#xD;
18 anos ou mais, residentes em Canoas-RS, e excluídos aqueles com déficit&#xD;
cognitivo impeditivo, recusa em assinar o termo de consentimento ou tempo de&#xD;
residência no Brasil inferior a três meses. Os participantes responderam a um&#xD;
questionário sociodemográfico e a um instrumento baseado em Bajgain et al. (2021)&#xD;
para avaliar a presença de necessidades não atendidas em APS. Foram analisadas&#xD;
as razões para a falta de atendimento — classificadas em acessibilidade,&#xD;
disponibilidade e aceitabilidade — e os impactos pessoais e econômicos&#xD;
decorrentes. Resultados: Participaram 20 imigrantes, com idade média de 34,1 ±&#xD;
10,6 anos, majoritariamente do sexo feminino (60%) e com ensino médio completo&#xD;
(65%). Todos relataram ter experimentado, nos últimos 12 meses, pelo menos uma&#xD;
necessidade de saúde não atendida. Os serviços mais frequentemente mencionados&#xD;
foram encaminhamento para médico especialista (30%), exames laboratoriais (15%)&#xD;
e atendimento odontológico (15%). As principais barreiras de acessibilidade&#xD;
incluíram custo (50%) e distância (38,9%); de disponibilidade, o tempo de espera&#xD;
prolongado (38,9%) e indisponibilidade no momento necessário (33,3%); e de&#xD;
aceitabilidade, a percepção de atendimento insuficiente (27,8%) e a dificuldade de&#xD;
comunicação linguística (22,2%). Não foram observadas associações significativas&#xD;
entre idade ou tempo de residência no Brasil e os tipos de barreiras relatadas (p &gt;&#xD;
0,05). Entre os impactos pessoais, destacaram-se prejuízos à saúde mental (30%) e&#xD;
piora do estado geral (25%); entre os impactos econômicos, aumento das despesas&#xD;
(30%) e uso de medicamentos sem prescrição (25%). Também não houve&#xD;
associação significativa entre idade ou tempo de residência e os tipos de impacto (p&#xD;
&gt; 0,05). Conclusão: Todos os imigrantes participantes apresentaram alguma&#xD;
necessidade de saúde não atendida, com predomínio de barreiras ligadas à&#xD;
acessibilidade e disponibilidade dos serviços. Os resultados indicam fragilidades na&#xD;
integração da população imigrante aos serviços de atenção primária à saúde e&#xD;
reforçam a necessidade de políticas públicas que ampliem o acesso equitativo,&#xD;
considerando as dimensões culturais, linguísticas e socioeconômicas.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/4466</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Prevalência dos tipos de pisadas em estudantes de 9 a 11 anos de idade</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11690/4433</link>
      <description>Título: Prevalência dos tipos de pisadas em estudantes de 9 a 11 anos de idade
Autor(es): Oliveira, Wagner de
Resumo: Introdução: A identificação dos diferentes tipos de pisadas é fundamental para a prática clínica&#xD;
e a pesquisa em medicina esportiva, pois possibilita o desenvolvimento de estratégias voltadas&#xD;
para a prevenção e o gerenciamento de fatores de risco que podem levar a deformações nos&#xD;
membros inferiores e a alterações na mecânica do quadril, especialmente durante a primeira&#xD;
infância. Objetivo: Este estudo tem como objetivo identificar a prevalência dos tipos de pisadas&#xD;
em estudantes do 4º e 5º anos do ensino fundamental, com idades entre 9 e 11 anos, além de&#xD;
investigar a correlação entre esses tipos de pisadas e a ocorrência de dor no quadril e nos&#xD;
membros inferiores. Adicionalmente, os dados obtidos foram apresentados em um evento&#xD;
direcionado a alunos e responsáveis, visando à divulgação e à propagação do conhecimento&#xD;
técnico-científico. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional transversal realizado em&#xD;
uma escola municipal de Manaus-AM, envolvendo alunos do 4º e 5º anos do ensino&#xD;
fundamental, de ambos os sexos, com uma amostra total de 143 alunos. Para o levantamento&#xD;
do perfil da amostra, foram utilizados um questionário com perguntas fechadas, a impressão&#xD;
plantar por meio do teste do pé pintado, o cálculo do Índice do Arco Plantar e a classificação&#xD;
de Valenti para os tipos de pisadas. Os dados foram apresentados em forma de média e desvio&#xD;
padrão ou mediana e percentis, além de frequências. O teste do qui-quadrado foi empregado&#xD;
para avaliar os tipos de pisada, bem como a associação entre o tipo de pisada e a frequência de&#xD;
dor. Este estudo foi aprovado sob o nº CAAE 74127623.9.0000.5307. Resultados: A amostra&#xD;
foi composta por 56,9% de alunos do sexo feminino, dos quais 45,8% apresentaram estado&#xD;
nutricional eutrófico (normal), 31,4% estavam abaixo do peso, 12,4% tinham sobrepeso e&#xD;
10,5% estavam obesos. Um dado relevante é que 76,5% dos entrevistados relataram dor ao final&#xD;
de alguma atividade física, sendo que em 55,6% desses casos a dor foi localizada nos membros&#xD;
inferiores, afetando pés, tornozelos, pernas e joelhos. A maioria dos participantes apresentou&#xD;
lateralidade direita. A avaliação dos tipos de pisada, segundo a classificação de Valenti (1979),&#xD;
foi realizada em ambos os pés. No pé direito, 55,6% apresentaram pisada neutra, seguidos por&#xD;
35,3% com pisada supinada e apenas 8,5% com pisada pronada. No pé esquerdo, 55,9%&#xD;
apresentaram pisada neutra, seguidos por 35,9% com pisada supinada e 7,9% com pisada&#xD;
pronada. Não foram encontradas associações estatisticamente significativas entre o sexo e o&#xD;
tipo de pisada, ou entre o tipo de pisada e a presença de dor. Conclusão: O presente estudo&#xD;
contribui significativamente para a compreensão dos padrões de pisada, do estado nutricional e&#xD;
da experiência de dor em estudantes de 9 a 11 anos. Os resultados revelaram uma prevalência&#xD;
considerável de dor nos membros inferiores entre os alunos, indicando a necessidade de uma&#xD;
atenção especial à saúde musculoesquelética nessa faixa etária. Essa dor, que afetou uma grande&#xD;
parte da amostra, sugere que fatores como a prática de atividades físicas, o tipo de calçado&#xD;
utilizado e a condição nutricional podem estar interligados e influenciar a mecânica do corpo&#xD;
durante o desenvolvimento infantil. Os achados deste estudo enfatizam a importância de&#xD;
abordagens integradas que considerem múltiplos fatores, incluindo aspectos nutricionais,&#xD;
mecânicos e comportamentais, para promover a saúde musculoesquelética e o bem-estar geral&#xD;
de crianças e adolescentes. A promoção de intervenções que incentivem a prática de atividades&#xD;
físicas adequadas, o uso de calçados apropriados e a conscientização sobre a importância do&#xD;
monitoramento do estado nutricional pode ajudar a prevenir problemas futuros relacionados à&#xD;
saúde dos pés e da postura.
Título: Prevalência dos tipos de pisadas em estudantes de 9 a 11 anos de idade
Autor(es): Oliveira, Wagner de
Orientador(es): Liciane Fernandes Medeiros
Resumo: Introdução: A identificação dos diferentes tipos de pisadas é fundamental para a prática clínica&#xD;
e a pesquisa em medicina esportiva, pois possibilita o desenvolvimento de estratégias voltadas&#xD;
para a prevenção e o gerenciamento de fatores de risco que podem levar a deformações nos&#xD;
membros inferiores e a alterações na mecânica do quadril, especialmente durante a primeira&#xD;
infância. Objetivo: Este estudo tem como objetivo identificar a prevalência dos tipos de pisadas&#xD;
em estudantes do 4º e 5º anos do ensino fundamental, com idades entre 9 e 11 anos, além de&#xD;
investigar a correlação entre esses tipos de pisadas e a ocorrência de dor no quadril e nos&#xD;
membros inferiores. Adicionalmente, os dados obtidos foram apresentados em um evento&#xD;
direcionado a alunos e responsáveis, visando à divulgação e à propagação do conhecimento&#xD;
técnico-científico. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional transversal realizado em&#xD;
uma escola municipal de Manaus-AM, envolvendo alunos do 4º e 5º anos do ensino&#xD;
fundamental, de ambos os sexos, com uma amostra total de 143 alunos. Para o levantamento&#xD;
do perfil da amostra, foram utilizados um questionário com perguntas fechadas, a impressão&#xD;
plantar por meio do teste do pé pintado, o cálculo do Índice do Arco Plantar e a classificação&#xD;
de Valenti para os tipos de pisadas. Os dados foram apresentados em forma de média e desvio&#xD;
padrão ou mediana e percentis, além de frequências. O teste do qui-quadrado foi empregado&#xD;
para avaliar os tipos de pisada, bem como a associação entre o tipo de pisada e a frequência de&#xD;
dor. Este estudo foi aprovado sob o nº CAAE 74127623.9.0000.5307. Resultados: A amostra&#xD;
foi composta por 56,9% de alunos do sexo feminino, dos quais 45,8% apresentaram estado&#xD;
nutricional eutrófico (normal), 31,4% estavam abaixo do peso, 12,4% tinham sobrepeso e&#xD;
10,5% estavam obesos. Um dado relevante é que 76,5% dos entrevistados relataram dor ao final&#xD;
de alguma atividade física, sendo que em 55,6% desses casos a dor foi localizada nos membros&#xD;
inferiores, afetando pés, tornozelos, pernas e joelhos. A maioria dos participantes apresentou&#xD;
lateralidade direita. A avaliação dos tipos de pisada, segundo a classificação de Valenti (1979),&#xD;
foi realizada em ambos os pés. No pé direito, 55,6% apresentaram pisada neutra, seguidos por&#xD;
35,3% com pisada supinada e apenas 8,5% com pisada pronada. No pé esquerdo, 55,9%&#xD;
apresentaram pisada neutra, seguidos por 35,9% com pisada supinada e 7,9% com pisada&#xD;
pronada. Não foram encontradas associações estatisticamente significativas entre o sexo e o&#xD;
tipo de pisada, ou entre o tipo de pisada e a presença de dor. Conclusão: O presente estudo&#xD;
contribui significativamente para a compreensão dos padrões de pisada, do estado nutricional e&#xD;
da experiência de dor em estudantes de 9 a 11 anos. Os resultados revelaram uma prevalência&#xD;
considerável de dor nos membros inferiores entre os alunos, indicando a necessidade de uma&#xD;
atenção especial à saúde musculoesquelética nessa faixa etária. Essa dor, que afetou uma grande&#xD;
parte da amostra, sugere que fatores como a prática de atividades físicas, o tipo de calçado&#xD;
utilizado e a condição nutricional podem estar interligados e influenciar a mecânica do corpo&#xD;
durante o desenvolvimento infantil. Os achados deste estudo enfatizam a importância de&#xD;
abordagens integradas que considerem múltiplos fatores, incluindo aspectos nutricionais,&#xD;
mecânicos e comportamentais, para promover a saúde musculoesquelética e o bem-estar geral&#xD;
de crianças e adolescentes. A promoção de intervenções que incentivem a prática de atividades&#xD;
físicas adequadas, o uso de calçados apropriados e a conscientização sobre a importância do&#xD;
monitoramento do estado nutricional pode ajudar a prevenir problemas futuros relacionados à&#xD;
saúde dos pés e da postura.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/4433</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
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