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    <title>DSpace Communidade:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11690/137</link>
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    <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 15:12:36 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-02-26T15:12:36Z</dc:date>
    <item>
      <title>Diálogo competitivo e a sua aplicação no ordenamento jurídico brasileiro</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11690/4273</link>
      <description>Título: Diálogo competitivo e a sua aplicação no ordenamento jurídico brasileiro
Autor(es): Kazanowski, Marcos Fagundes
Resumo: O objetivo deste artigo é apresentar e compreender a modalidade de licitação&#xD;
denominada Diálogo Competitivo, está que chegou através da Lei 14.133/2021,&#xD;
trazendo consigo dúvidas referentes a sua aplicação, funcionamento e necessidade&#xD;
nas contratações Públicas. Diante disto, entender i) onde surgiu está modalidade; ii)&#xD;
como ela é utilizada em outros países; iii) compreender os motivos do porquê é tão&#xD;
utilizada em alguns países e outros não; iv) identificar oportunidades de utilização em&#xD;
solo brasileiro; v) apresentar possíveis desafios de aplicação comparando com países&#xD;
do exterior. Para realização deste trabalho foi realizada uma análise da legislação e&#xD;
da literatura nacional e internacional referente ao tema. Após está análise minuciosa,&#xD;
percebeu-se que o aspecto cultural de cada país é de extrema relevância para&#xD;
utilização de tal modalidade, pois exige demasiada transparência e confiança na&#xD;
administração pública. Levando em consideração o histórico do Brasil em corrupções&#xD;
que envolvam contratos públicos, é de se esperar que está modalidade seja pouco&#xD;
empregada em nosso País. Por fim, vale destacar que até o presente momento&#xD;
apenas um município em todo o país se propôs a realizar uma licitação que utilize está&#xD;
modalidade, mas está só terá início após a entrega deste documento.
Título: Diálogo competitivo e a sua aplicação no ordenamento jurídico brasileiro
Autor(es): Kazanowski, Marcos Fagundes
Orientador(es): Miranda, José Alberto Antunes de
Resumo: O objetivo deste artigo é apresentar e compreender a modalidade de licitação&#xD;
denominada Diálogo Competitivo, está que chegou através da Lei 14.133/2021,&#xD;
trazendo consigo dúvidas referentes a sua aplicação, funcionamento e necessidade&#xD;
nas contratações Públicas. Diante disto, entender i) onde surgiu está modalidade; ii)&#xD;
como ela é utilizada em outros países; iii) compreender os motivos do porquê é tão&#xD;
utilizada em alguns países e outros não; iv) identificar oportunidades de utilização em&#xD;
solo brasileiro; v) apresentar possíveis desafios de aplicação comparando com países&#xD;
do exterior. Para realização deste trabalho foi realizada uma análise da legislação e&#xD;
da literatura nacional e internacional referente ao tema. Após está análise minuciosa,&#xD;
percebeu-se que o aspecto cultural de cada país é de extrema relevância para&#xD;
utilização de tal modalidade, pois exige demasiada transparência e confiança na&#xD;
administração pública. Levando em consideração o histórico do Brasil em corrupções&#xD;
que envolvam contratos públicos, é de se esperar que está modalidade seja pouco&#xD;
empregada em nosso País. Por fim, vale destacar que até o presente momento&#xD;
apenas um município em todo o país se propôs a realizar uma licitação que utilize está&#xD;
modalidade, mas está só terá início após a entrega deste documento.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/4273</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Sociedade e inseminação artificial caseira: uma análise sobre o papel do direito</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11690/4272</link>
      <description>Título: Sociedade e inseminação artificial caseira: uma análise sobre o papel do direito
Autor(es): Dutra, Gabriela Jappe
Resumo: O objetivo do trabalho é analisar as inseguranças jurídicas e problematizar a falta de&#xD;
legislação a respeito do tema das reproduções humanas assistidas, mais especificamente a&#xD;
inseminação artificial caseira. A evolução dos modelos de família e os avanços das&#xD;
possibilidades de procriação apresentam novos desafios, principalmente no campo do&#xD;
direito, da sociedade e da bioética. Este artigo menciona a evolução histórica das famílias e&#xD;
da inseminação artificial, além de analisar as poucas resoluções sobre o tema, mais&#xD;
especificamente as resoluções do Conselho Federal de Medicina e jurisprudências recentes,&#xD;
a fim de demonstrar a problematização da prática. Além disso, embora existam&#xD;
jurisprudências a respeito do tema, não é um entendimento pacificado, pois reconhecem a&#xD;
maternidade socioafetiva, mas não reconhecem o procedimento em si. Outrossim, a prática&#xD;
da inseminação artificial caseira é desencorajada pelos órgãos de saúde, embora ainda seja&#xD;
a realidade de muitas famílias que desejam ter um filho fruto de uma gestação. Conclui-se&#xD;
que o limbo jurídico que o Brasil se encontra apenas coloca essas famílias em situação de&#xD;
maior vulnerabilidade, sendo um exemplo de insegurança jurídica. Dessa forma, é&#xD;
imprescindível a elaboração de uma legislação que vise regular a prática, a fim de garantir&#xD;
segurança jurídica e garantir o direito da dignidade da pessoa humana.
Título: Sociedade e inseminação artificial caseira: uma análise sobre o papel do direito
Autor(es): Dutra, Gabriela Jappe
Orientador(es): Miranda, José Alberto Antunes de
Resumo: O objetivo do trabalho é analisar as inseguranças jurídicas e problematizar a falta de&#xD;
legislação a respeito do tema das reproduções humanas assistidas, mais especificamente a&#xD;
inseminação artificial caseira. A evolução dos modelos de família e os avanços das&#xD;
possibilidades de procriação apresentam novos desafios, principalmente no campo do&#xD;
direito, da sociedade e da bioética. Este artigo menciona a evolução histórica das famílias e&#xD;
da inseminação artificial, além de analisar as poucas resoluções sobre o tema, mais&#xD;
especificamente as resoluções do Conselho Federal de Medicina e jurisprudências recentes,&#xD;
a fim de demonstrar a problematização da prática. Além disso, embora existam&#xD;
jurisprudências a respeito do tema, não é um entendimento pacificado, pois reconhecem a&#xD;
maternidade socioafetiva, mas não reconhecem o procedimento em si. Outrossim, a prática&#xD;
da inseminação artificial caseira é desencorajada pelos órgãos de saúde, embora ainda seja&#xD;
a realidade de muitas famílias que desejam ter um filho fruto de uma gestação. Conclui-se&#xD;
que o limbo jurídico que o Brasil se encontra apenas coloca essas famílias em situação de&#xD;
maior vulnerabilidade, sendo um exemplo de insegurança jurídica. Dessa forma, é&#xD;
imprescindível a elaboração de uma legislação que vise regular a prática, a fim de garantir&#xD;
segurança jurídica e garantir o direito da dignidade da pessoa humana.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/4272</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Inteligência artificial no sistema jurídico: ética, regulação e impactos sociais</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11690/4271</link>
      <description>Título: Inteligência artificial no sistema jurídico: ética, regulação e impactos sociais
Autor(es): Souza, Leonardo Linck Soares de
Resumo: Na quarta Revolução Industrial, o cenário jurídico tem testemunhado uma crescente&#xD;
integração de tecnologias, com destaque para tecnologias com Inteligência Artificial&#xD;
(IA). Sistemas que utilizam IA, que prometem revolucionar a prática jurídica, estão&#xD;
sendo progressivamente adotados. Este artigo busca compreender as implicações&#xD;
éticas, regulatórias e sociais do uso da IA no sistema jurídico. O objetivo deste estudo&#xD;
é analisar os desafios e oportunidades que a IA apresenta para o direito e para a&#xD;
sociedade, bem como compreender as propostas regulatórias adotadas no Brasil,&#xD;
comparando-as com as de outros países. A metodologia utilizada baseia-se na análise&#xD;
de doutrinas e na comparação de legislações de todo o mundo. Conclui-se que,&#xD;
embora a IA traga avanços significativos para a sociedade, particularmente na&#xD;
eficiência e precisão dos processos jurídicos, é essencial que sua implementação seja&#xD;
acompanhada por uma estrutura regulatória consolidada.
Título: Inteligência artificial no sistema jurídico: ética, regulação e impactos sociais
Autor(es): Souza, Leonardo Linck Soares de
Orientador(es): Miranda, José Alberto Antunes de
Resumo: Na quarta Revolução Industrial, o cenário jurídico tem testemunhado uma crescente&#xD;
integração de tecnologias, com destaque para tecnologias com Inteligência Artificial&#xD;
(IA). Sistemas que utilizam IA, que prometem revolucionar a prática jurídica, estão&#xD;
sendo progressivamente adotados. Este artigo busca compreender as implicações&#xD;
éticas, regulatórias e sociais do uso da IA no sistema jurídico. O objetivo deste estudo&#xD;
é analisar os desafios e oportunidades que a IA apresenta para o direito e para a&#xD;
sociedade, bem como compreender as propostas regulatórias adotadas no Brasil,&#xD;
comparando-as com as de outros países. A metodologia utilizada baseia-se na análise&#xD;
de doutrinas e na comparação de legislações de todo o mundo. Conclui-se que,&#xD;
embora a IA traga avanços significativos para a sociedade, particularmente na&#xD;
eficiência e precisão dos processos jurídicos, é essencial que sua implementação seja&#xD;
acompanhada por uma estrutura regulatória consolidada.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/4271</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Tribunal penal internacional: os reflexos das obrigações do estatuto de Roma na ordem jurídica brasileira, sob uma perspectiva de integração, submissão e soberania</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11690/4208</link>
      <description>Título: Tribunal penal internacional: os reflexos das obrigações do estatuto de Roma na ordem jurídica brasileira, sob uma perspectiva de integração, submissão e soberania
Autor(es): Galhardo, Sidemar Dias
Resumo: O presente artigo trata acerca da implementação do Estatuto de Roma no direito interno&#xD;
brasileiro, analisando os reflexos das normas obrigacionais às quais o Brasil se comprometeu&#xD;
a cumprir perante o Tribunal Penal Internacional (TPI). Estes reflexos serão analisados sob os&#xD;
aspectos de integração da norma internacional ao direito brasileiro, em uma perspectiva entre&#xD;
a soberania do Estado e sua aparente submissão perante o TPI. Dada a sua relevância no&#xD;
contexto global atual, tendo em vista os conflitos armados e os possíveis atentados contra a&#xD;
dignidade humana daí decorrentes, o TPI representaria uma força de dissuasão e repressão&#xD;
contra os crimes de maior gravidade, que afetam toda a comunidade internacional. No&#xD;
entanto, dado o princípio da subsidiariedade que o norteia, seus Estados partes (incluindo o&#xD;
Brasil) devem harmonizar seu direito interno com as normas do Estatuto de Roma. Neste&#xD;
sentido, o objetivo desse estudo é compreender a evolução histórica do processo de criação de&#xD;
uma corte criminal internacional, até a assinatura e ratificação do Estatuto de Roma pelo&#xD;
Brasil, verificando os reflexos das normas obrigacionais da jurisdição do TPI perante o direito&#xD;
interno brasileiro. Este artigo visa explorar como as obrigações do Estatuto de Roma&#xD;
influenciam a legislação brasileira, analisando o equilíbrio entre a submissão às normas&#xD;
internacionais e a autonomia do ordenamento jurídico nacional. Além disso, também visa&#xD;
contribuir para a discussão acerca da necessária harmonização das legislações internas com as&#xD;
normas de Direito Internacional, a fim de que se torne objetiva a promoção e proteção dos&#xD;
direitos humanos, bem como a consolidação de uma justiça penal universal. A metodologia de&#xD;
pesquisa utilizada será a pesquisa bibliográfica, buscando livros e autores de relevância, tanto&#xD;
em livros quanto em trabalhos acadêmicos que já discorreram sobre. Para contribuir,&#xD;
combinada com a pesquisa bibliográfica, também será feita uma pesquisa documental, com&#xD;
análises comparativas das normas jurídicas do Estatuto de Roma com a Constituição Federal&#xD;
de 1988. Este estudo pretende demonstrar para a comunidade acadêmica a necessidade de se&#xD;
discutir a efetividade das normas de Direito Internacional no direito interno brasileiro,&#xD;
sobretudo as normas obrigacionais do TPI perante a Magna Carta, buscando respostas para os&#xD;
problemas os quais se debruça a análise deste artigo. Dado o atual contexto global de conflitos&#xD;
espalhados por várias partes do globo, a discussão acerca da eficácia do TPI se torna cada vez&#xD;
mais premente. Longe de se pretender esgotar o assunto, este artigo pretende contribuir para a&#xD;
construção de uma literatura acadêmica eficaz acerca do estudo da integração e eficácia das&#xD;
normas do Estatuto de Roma com o direito interno brasileiro.
Título: Tribunal penal internacional: os reflexos das obrigações do estatuto de Roma na ordem jurídica brasileira, sob uma perspectiva de integração, submissão e soberania
Autor(es): Galhardo, Sidemar Dias
Orientador(es): Miranda, José Alberto Antunes de
Resumo: O presente artigo trata acerca da implementação do Estatuto de Roma no direito interno&#xD;
brasileiro, analisando os reflexos das normas obrigacionais às quais o Brasil se comprometeu&#xD;
a cumprir perante o Tribunal Penal Internacional (TPI). Estes reflexos serão analisados sob os&#xD;
aspectos de integração da norma internacional ao direito brasileiro, em uma perspectiva entre&#xD;
a soberania do Estado e sua aparente submissão perante o TPI. Dada a sua relevância no&#xD;
contexto global atual, tendo em vista os conflitos armados e os possíveis atentados contra a&#xD;
dignidade humana daí decorrentes, o TPI representaria uma força de dissuasão e repressão&#xD;
contra os crimes de maior gravidade, que afetam toda a comunidade internacional. No&#xD;
entanto, dado o princípio da subsidiariedade que o norteia, seus Estados partes (incluindo o&#xD;
Brasil) devem harmonizar seu direito interno com as normas do Estatuto de Roma. Neste&#xD;
sentido, o objetivo desse estudo é compreender a evolução histórica do processo de criação de&#xD;
uma corte criminal internacional, até a assinatura e ratificação do Estatuto de Roma pelo&#xD;
Brasil, verificando os reflexos das normas obrigacionais da jurisdição do TPI perante o direito&#xD;
interno brasileiro. Este artigo visa explorar como as obrigações do Estatuto de Roma&#xD;
influenciam a legislação brasileira, analisando o equilíbrio entre a submissão às normas&#xD;
internacionais e a autonomia do ordenamento jurídico nacional. Além disso, também visa&#xD;
contribuir para a discussão acerca da necessária harmonização das legislações internas com as&#xD;
normas de Direito Internacional, a fim de que se torne objetiva a promoção e proteção dos&#xD;
direitos humanos, bem como a consolidação de uma justiça penal universal. A metodologia de&#xD;
pesquisa utilizada será a pesquisa bibliográfica, buscando livros e autores de relevância, tanto&#xD;
em livros quanto em trabalhos acadêmicos que já discorreram sobre. Para contribuir,&#xD;
combinada com a pesquisa bibliográfica, também será feita uma pesquisa documental, com&#xD;
análises comparativas das normas jurídicas do Estatuto de Roma com a Constituição Federal&#xD;
de 1988. Este estudo pretende demonstrar para a comunidade acadêmica a necessidade de se&#xD;
discutir a efetividade das normas de Direito Internacional no direito interno brasileiro,&#xD;
sobretudo as normas obrigacionais do TPI perante a Magna Carta, buscando respostas para os&#xD;
problemas os quais se debruça a análise deste artigo. Dado o atual contexto global de conflitos&#xD;
espalhados por várias partes do globo, a discussão acerca da eficácia do TPI se torna cada vez&#xD;
mais premente. Longe de se pretender esgotar o assunto, este artigo pretende contribuir para a&#xD;
construção de uma literatura acadêmica eficaz acerca do estudo da integração e eficácia das&#xD;
normas do Estatuto de Roma com o direito interno brasileiro.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/4208</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
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