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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11690/232</link>
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    <pubDate>Fri, 27 Feb 2026 22:59:55 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-02-27T22:59:55Z</dc:date>
    <item>
      <title>Afinal, os muros mais altos correspondem à maior segurança às vítimas de violência de gênero?</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11690/3580</link>
      <description>Título: Afinal, os muros mais altos correspondem à maior segurança às vítimas de violência de gênero?
Autor(es): Costa, Renata Almeida da; Carlos, Paula Pinhal de; Pinto, Jéssica Nunes
Resumo: Não é incomum dizer que a vida em sociedade, muitas vezes, ocasiona a sensação de medo e&#xD;
insegurança. O cerne da questão reside em que, de fato, consiste essa sensação de medo e&#xD;
insegurança e quais são os efeitos dela na vida em sociedade, sobretudo, considerando os&#xD;
aspectos que envolvem violência de gênero, mais especificamente, violência doméstica e&#xD;
familiar praticada contra a mulher. Assim, o presente estudo tem por finalidade promover&#xD;
reflexão acerca da segregação social ocasionada pela sensação de medo e de suas&#xD;
repercussões nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher (VDFCM). Para&#xD;
isso, conceitua-se, gênero, com a finalidade de associar o termo à violência contra as&#xD;
mulheres, em razão de serem do sexo feminino e, portanto, vítimas do patriarcado arraigado&#xD;
culturalmente, bem como retrata a realidade do enclausuramento nos casos em que ocorrem&#xD;
violência doméstica. A metodologia adotada qualitativa e a coleta de dados por meio de&#xD;
pesquisa bibliográfica.
Título: Afinal, os muros mais altos correspondem à maior segurança às vítimas de violência de gênero?
Autor(es): Costa, Renata Almeida da; Carlos, Paula Pinhal de; Pinto, Jéssica Nunes
Resumo: Não é incomum dizer que a vida em sociedade, muitas vezes, ocasiona a sensação de medo e&#xD;
insegurança. O cerne da questão reside em que, de fato, consiste essa sensação de medo e&#xD;
insegurança e quais são os efeitos dela na vida em sociedade, sobretudo, considerando os&#xD;
aspectos que envolvem violência de gênero, mais especificamente, violência doméstica e&#xD;
familiar praticada contra a mulher. Assim, o presente estudo tem por finalidade promover&#xD;
reflexão acerca da segregação social ocasionada pela sensação de medo e de suas&#xD;
repercussões nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher (VDFCM). Para&#xD;
isso, conceitua-se, gênero, com a finalidade de associar o termo à violência contra as&#xD;
mulheres, em razão de serem do sexo feminino e, portanto, vítimas do patriarcado arraigado&#xD;
culturalmente, bem como retrata a realidade do enclausuramento nos casos em que ocorrem&#xD;
violência doméstica. A metodologia adotada qualitativa e a coleta de dados por meio de&#xD;
pesquisa bibliográfica.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/3580</guid>
      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>“Não baixe a cabeça, baixe o app”: um aplicativo como ferramenta de emancipação de trabalhadoras domésticas no Brasil</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11690/3579</link>
      <description>Título: “Não baixe a cabeça, baixe o app”: um aplicativo como ferramenta de emancipação de trabalhadoras domésticas no Brasil
Autor(es): Carlos, Paula Pinhal de; Velasco, Pamella Bauer
Resumo: O presente trabalho analisa se diante dos marcadores de gênero, classe e raça que se&#xD;
apresentam no trabalho doméstico é possível a utilização de ferramentas tecnológicas, como&#xD;
um aplicativo para smartphones, para responder a demandas dessa categoria de trabalhadoras.&#xD;
O objetivo geral é pensar a temática do trabalho doméstico inserido no contexto de&#xD;
movimentos sociais, sindicais e políticos que estão associados ao alcance dos direitos&#xD;
assegurados por lei na atualidade e quem são as mulheres que hoje são destinatárias dessas&#xD;
garantias. Os objetivos específicos são: pensar se as condições das trabalhadoras domésticas&#xD;
são compatíveis com o uso de ferramentas tecnológicas como forma de emancipação da&#xD;
categoria e se o uso desses meios responde a demandas concretas das relações de trabalho&#xD;
doméstico. A hipótese básica é de que o acesso à tecnologia é uma forma viável de oferecer&#xD;
recursos de assistência às trabalhadoras domésticas, observadas as adequações das&#xD;
ferramentas às necessidades apresentadas. A hipótese secundária é de que os recortes de&#xD;
classe e etário predominantes no trabalho doméstico restringem a utilização desse tipo de&#xD;
ferramenta por trabalhadoras domésticas. As constatações resultantes dessa pesquisa apontam&#xD;
que meios tecnológicos, como o App Laudelina, respondem adequadamente às principais&#xD;
demandas das trabalhadoras domésticas e fornecem aportes para a emancipação profissional&#xD;
da categoria.
Título: “Não baixe a cabeça, baixe o app”: um aplicativo como ferramenta de emancipação de trabalhadoras domésticas no Brasil
Autor(es): Carlos, Paula Pinhal de; Velasco, Pamella Bauer
Resumo: O presente trabalho analisa se diante dos marcadores de gênero, classe e raça que se&#xD;
apresentam no trabalho doméstico é possível a utilização de ferramentas tecnológicas, como&#xD;
um aplicativo para smartphones, para responder a demandas dessa categoria de trabalhadoras.&#xD;
O objetivo geral é pensar a temática do trabalho doméstico inserido no contexto de&#xD;
movimentos sociais, sindicais e políticos que estão associados ao alcance dos direitos&#xD;
assegurados por lei na atualidade e quem são as mulheres que hoje são destinatárias dessas&#xD;
garantias. Os objetivos específicos são: pensar se as condições das trabalhadoras domésticas&#xD;
são compatíveis com o uso de ferramentas tecnológicas como forma de emancipação da&#xD;
categoria e se o uso desses meios responde a demandas concretas das relações de trabalho&#xD;
doméstico. A hipótese básica é de que o acesso à tecnologia é uma forma viável de oferecer&#xD;
recursos de assistência às trabalhadoras domésticas, observadas as adequações das&#xD;
ferramentas às necessidades apresentadas. A hipótese secundária é de que os recortes de&#xD;
classe e etário predominantes no trabalho doméstico restringem a utilização desse tipo de&#xD;
ferramenta por trabalhadoras domésticas. As constatações resultantes dessa pesquisa apontam&#xD;
que meios tecnológicos, como o App Laudelina, respondem adequadamente às principais&#xD;
demandas das trabalhadoras domésticas e fornecem aportes para a emancipação profissional&#xD;
da categoria.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/3579</guid>
      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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