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<title>Programa de Pós-Graduação em Memória Social e Bens Culturais (PPGMSBC)</title>
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<id>http://hdl.handle.net/11690/1055</id>
<updated>2026-08-30T09:38:53Z</updated>
<dc:date>2026-08-30T09:38:53Z</dc:date>
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<title>Memórias afetivas de professores: os vínculos inspiram  novas aprendizagens?</title>
<link href="http://hdl.handle.net/11690/4591" rel="alternate"/>
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<name>Wames, Caroline</name>
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<id>http://hdl.handle.net/11690/4591</id>
<updated>2026-08-18T20:54:01Z</updated>
<published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Memórias afetivas de professores: os vínculos inspiram  novas aprendizagens?
Wames, Caroline
Esta dissertação analisa de que modo as memórias afetivas de professores &#13;
dos Anos Iniciais da rede municipal de Esteio/RS influenciam a construção de &#13;
vínculos pedagógicos e contribuem para os processos de aprendizagem. A &#13;
pesquisa vincula-se à linha de Memória e Linguagens Culturais e parte do &#13;
pressuposto de que as experiências afetivas e as memórias coletivas &#13;
constituem dimensões estruturantes das práticas educativas. A abordagem &#13;
metodológica é qualitativa, de orientação hermenêutica, fundamentada na &#13;
escuta e interpretação de narrativas docentes. Como técnica de produção de &#13;
dados, foi utilizado o grupo focal, realizado com quatro professoras da rede &#13;
municipal, em encontros colaborativos que possibilitaram a emergência de &#13;
memórias, experiências e reflexões compartilhadas (Gatti, 2005). A análise dos &#13;
dados foi realizada por meio da hermenêutica textual-narrativa, organizada em &#13;
eixos temáticos relacionados à memória, à afetividade e à aprendizagem. O &#13;
referencial teórico fundamenta-se em Halbwachs (2006) e Ricoeur (2007), no &#13;
campo da memória social; em Wallon (1995) e Vygotsky (1998), quanto às &#13;
relações entre afetividade e desenvolvimento humano; e em Freire (1996), no &#13;
que se refere à centralidade dos vínculos e das relações dialógicas nos &#13;
processos educativos. Os resultados evidenciam que os vínculos afetivos &#13;
construídos &#13;
no cotidiano escolar influenciam os processos de &#13;
(re)conhecimento, participação e aprendizagem dos estudantes, além de &#13;
contribuírem para a ressignificação das práticas pedagógicas e da formação &#13;
docente. Conclui-se que a afetividade, compreendida à luz das memórias &#13;
docentes, constitui uma dimensão estruturante das práticas educativas, pois &#13;
favorece uma educação mais humanizadora e dialógica, capaz de reconhecer &#13;
a potência dos repertórios culturais, das narrativas de vida e das experiências &#13;
de aprendizagem como fontes de criatividade pedagógica e de formação &#13;
humana.
Memórias afetivas de professores: os vínculos inspiram  novas aprendizagens?
Wames, Caroline
Conte, Elaine
Esta dissertação analisa de que modo as memórias afetivas de professores &#13;
dos Anos Iniciais da rede municipal de Esteio/RS influenciam a construção de &#13;
vínculos pedagógicos e contribuem para os processos de aprendizagem. A &#13;
pesquisa vincula-se à linha de Memória e Linguagens Culturais e parte do &#13;
pressuposto de que as experiências afetivas e as memórias coletivas &#13;
constituem dimensões estruturantes das práticas educativas. A abordagem &#13;
metodológica é qualitativa, de orientação hermenêutica, fundamentada na &#13;
escuta e interpretação de narrativas docentes. Como técnica de produção de &#13;
dados, foi utilizado o grupo focal, realizado com quatro professoras da rede &#13;
municipal, em encontros colaborativos que possibilitaram a emergência de &#13;
memórias, experiências e reflexões compartilhadas (Gatti, 2005). A análise dos &#13;
dados foi realizada por meio da hermenêutica textual-narrativa, organizada em &#13;
eixos temáticos relacionados à memória, à afetividade e à aprendizagem. O &#13;
referencial teórico fundamenta-se em Halbwachs (2006) e Ricoeur (2007), no &#13;
campo da memória social; em Wallon (1995) e Vygotsky (1998), quanto às &#13;
relações entre afetividade e desenvolvimento humano; e em Freire (1996), no &#13;
que se refere à centralidade dos vínculos e das relações dialógicas nos &#13;
processos educativos. Os resultados evidenciam que os vínculos afetivos &#13;
construídos &#13;
no cotidiano escolar influenciam os processos de &#13;
(re)conhecimento, participação e aprendizagem dos estudantes, além de &#13;
contribuírem para a ressignificação das práticas pedagógicas e da formação &#13;
docente. Conclui-se que a afetividade, compreendida à luz das memórias &#13;
docentes, constitui uma dimensão estruturante das práticas educativas, pois &#13;
favorece uma educação mais humanizadora e dialógica, capaz de reconhecer &#13;
a potência dos repertórios culturais, das narrativas de vida e das experiências &#13;
de aprendizagem como fontes de criatividade pedagógica e de formação &#13;
humana.
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Cidades que sentem: um modelo teórico-metodológico de avaliação urbana integrando indicadores técnicos, memória coletiva e identidade cultural.</title>
<link href="http://hdl.handle.net/11690/4589" rel="alternate"/>
<author>
<name>Souza, Caroline Guterres de</name>
</author>
<id>http://hdl.handle.net/11690/4589</id>
<updated>2026-08-13T18:45:29Z</updated>
<published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Cidades que sentem: um modelo teórico-metodológico de avaliação urbana integrando indicadores técnicos, memória coletiva e identidade cultural.
Souza, Caroline Guterres de
Integrada à linha de pesquisa Memória, Cultura e Gestão, esta tese parte do&#13;
pressuposto de que a sustentabilidade urbana contemporânea, consolidada na&#13;
Agenda 2030 e na Nova Agenda Urbana, precisa transcender visões tecnocráticas&#13;
que negligenciam as dimensões imateriais da vida citadina, sobretudo diante da&#13;
lacuna teórica e empírica no monitoramento da dimensão cultural no Brasil. Diante da&#13;
persistente inviabilidade analítica de indicadores intangíveis, este trabalho investiga&#13;
de que maneira a memória, enquanto categoria analítica estruturante, pode&#13;
reconfigurar os modelos de avaliação urbana. O objetivo central é desenvolver um&#13;
modelo teórico-metodológico que reconfigure os processos de avaliação de&#13;
sustentabilidade urbana, incorporando de forma estruturante a memória coletiva e a&#13;
identidade dos cidadãos por meio de suas dimensões simbólicas, culturais e afetivas.&#13;
A fundamentação metodológica ancora-se na Design Science Research (DSR),&#13;
selecionada por sua natureza prescritiva voltada à criação de artefatos funcionais&#13;
aplicados e validados no município de Canoas, no Rio Grande do Sul. Os resultados&#13;
obtidos revelaram uma profunda dissonância entre o robusto crescimento econômico&#13;
do município e a experiência vivida pela população, evidenciada por uma média geral&#13;
de percepção de apenas 2,37. Os dados quantitativos demonstraram que o&#13;
planejamento municipal é percebido como excessivamente tecnocrático, com o&#13;
indicador de "Inclusão da Experiência Cotidiana nas Decisões" registrando a menor&#13;
pontuação (2,02), confirmando o distanciamento entre a gestão técnica e a alma&#13;
urbana. Como contribuição final, a tese apresenta o refinamento do artefato em sua&#13;
segunda versão, propondo indicadores técnicos inéditos como o Índice de&#13;
Acessibilidade a Serviços Públicos Culturais (IASC) e o Grau de Efetividade da&#13;
Governança Cultural (GEC), capazes de operacionalizar o "sentir" e o "medir" de&#13;
forma sinérgica. Conclui-se que a inteligência urbana reside na capacidade da cidade&#13;
em dialogar com a alma humana que habita entre seus edifícios, oferecendo aos&#13;
gestores públicos uma regra tecnológica e uma bússola ética para a reconstrução de&#13;
vínculos afetivos e sociais no planejamento de cidades mais resilientes e humanas.
Cidades que sentem: um modelo teórico-metodológico de avaliação urbana integrando indicadores técnicos, memória coletiva e identidade cultural.
Souza, Caroline Guterres de
Bortolaso, Ingridi Vargas
Integrada à linha de pesquisa Memória, Cultura e Gestão, esta tese parte do&#13;
pressuposto de que a sustentabilidade urbana contemporânea, consolidada na&#13;
Agenda 2030 e na Nova Agenda Urbana, precisa transcender visões tecnocráticas&#13;
que negligenciam as dimensões imateriais da vida citadina, sobretudo diante da&#13;
lacuna teórica e empírica no monitoramento da dimensão cultural no Brasil. Diante da&#13;
persistente inviabilidade analítica de indicadores intangíveis, este trabalho investiga&#13;
de que maneira a memória, enquanto categoria analítica estruturante, pode&#13;
reconfigurar os modelos de avaliação urbana. O objetivo central é desenvolver um&#13;
modelo teórico-metodológico que reconfigure os processos de avaliação de&#13;
sustentabilidade urbana, incorporando de forma estruturante a memória coletiva e a&#13;
identidade dos cidadãos por meio de suas dimensões simbólicas, culturais e afetivas.&#13;
A fundamentação metodológica ancora-se na Design Science Research (DSR),&#13;
selecionada por sua natureza prescritiva voltada à criação de artefatos funcionais&#13;
aplicados e validados no município de Canoas, no Rio Grande do Sul. Os resultados&#13;
obtidos revelaram uma profunda dissonância entre o robusto crescimento econômico&#13;
do município e a experiência vivida pela população, evidenciada por uma média geral&#13;
de percepção de apenas 2,37. Os dados quantitativos demonstraram que o&#13;
planejamento municipal é percebido como excessivamente tecnocrático, com o&#13;
indicador de "Inclusão da Experiência Cotidiana nas Decisões" registrando a menor&#13;
pontuação (2,02), confirmando o distanciamento entre a gestão técnica e a alma&#13;
urbana. Como contribuição final, a tese apresenta o refinamento do artefato em sua&#13;
segunda versão, propondo indicadores técnicos inéditos como o Índice de&#13;
Acessibilidade a Serviços Públicos Culturais (IASC) e o Grau de Efetividade da&#13;
Governança Cultural (GEC), capazes de operacionalizar o "sentir" e o "medir" de&#13;
forma sinérgica. Conclui-se que a inteligência urbana reside na capacidade da cidade&#13;
em dialogar com a alma humana que habita entre seus edifícios, oferecendo aos&#13;
gestores públicos uma regra tecnológica e uma bússola ética para a reconstrução de&#13;
vínculos afetivos e sociais no planejamento de cidades mais resilientes e humanas.
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<entry>
<title>A força criadora da mãe terra (Pachamama) e o sagrado feminino [Capítulo de livro]</title>
<link href="http://hdl.handle.net/11690/4558" rel="alternate"/>
<author>
<name>Rosa, Lúcia Regina Lucas da</name>
</author>
<id>http://hdl.handle.net/11690/4558</id>
<updated>2026-04-17T16:58:13Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A força criadora da mãe terra (Pachamama) e o sagrado feminino [Capítulo de livro]
Rosa, Lúcia Regina Lucas da
A força criadora da mãe terra (Pachamama) e o sagrado feminino [Capítulo de livro]
Rosa, Lúcia Regina Lucas da
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Água de maio - 2024 [Capítulo de livro]</title>
<link href="http://hdl.handle.net/11690/4557" rel="alternate"/>
<author>
<name>Rosa, Lúcia Regina Lucas da</name>
</author>
<id>http://hdl.handle.net/11690/4557</id>
<updated>2026-04-15T17:41:48Z</updated>
<published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Água de maio - 2024 [Capítulo de livro]
Rosa, Lúcia Regina Lucas da
Água de maio - 2024 [Capítulo de livro]
Rosa, Lúcia Regina Lucas da
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<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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