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<title>Artigo de Periódico (Letras)</title>
<link href="http://hdl.handle.net/11690/341" rel="alternate"/>
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<id>http://hdl.handle.net/11690/341</id>
<updated>2026-08-30T09:38:47Z</updated>
<dc:date>2026-08-30T09:38:47Z</dc:date>
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<title>Para onde vão os patos? a construção da identidade de holden caulfield em 'o apanhador no campo de centeio'.</title>
<link href="http://hdl.handle.net/11690/3592" rel="alternate"/>
<author>
<name>Machado, Eduardo Pereira</name>
</author>
<author>
<name>Feltrin, Andressa Carbonera</name>
</author>
<id>http://hdl.handle.net/11690/3592</id>
<updated>2023-09-08T14:27:21Z</updated>
<published>2021-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Para onde vão os patos? a construção da identidade de holden caulfield em 'o apanhador no campo de centeio'.
Machado, Eduardo Pereira; Feltrin, Andressa Carbonera
O presente artigo visa explanar acerca da obra O apanhador no campo de centeio, de autoria de&#13;
Jerome David Salinger, com ênfase na análise do processo de construção da identidade de seu protagonista,&#13;
Holden Caulfi eld. Levando em consideração a maneira como é estruturado o enredo da obra – narrativa&#13;
em primeira pessoa baseada nas lembranças do personagem – e conceitos como memória individual e&#13;
memória coletiva, busca-se analisar o impacto que as recordações exercem na formação e consolidação&#13;
identitária de Holden. Para isso, faz-se necessário atentar para a interação entre indivíduo e sociedade,&#13;
bem como o impacto que os vínculos sociais, as conexões humanas e as experiências de vida exercem&#13;
sobre a essência ou o eu interior do ser humano.
Para onde vão os patos? a construção da identidade de holden caulfield em 'o apanhador no campo de centeio'.
Machado, Eduardo Pereira; Feltrin, Andressa Carbonera
O presente artigo visa explanar acerca da obra O apanhador no campo de centeio, de autoria de&#13;
Jerome David Salinger, com ênfase na análise do processo de construção da identidade de seu protagonista,&#13;
Holden Caulfi eld. Levando em consideração a maneira como é estruturado o enredo da obra – narrativa&#13;
em primeira pessoa baseada nas lembranças do personagem – e conceitos como memória individual e&#13;
memória coletiva, busca-se analisar o impacto que as recordações exercem na formação e consolidação&#13;
identitária de Holden. Para isso, faz-se necessário atentar para a interação entre indivíduo e sociedade,&#13;
bem como o impacto que os vínculos sociais, as conexões humanas e as experiências de vida exercem&#13;
sobre a essência ou o eu interior do ser humano.
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<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Mulheres de Machado: personagens machadianas em cena</title>
<link href="http://hdl.handle.net/11690/3547" rel="alternate"/>
<author>
<name>Gregis, Hilaine</name>
</author>
<author>
<name>Lopes, Ronaldo Silva</name>
</author>
<author>
<name>Rosa, Lúcia Regina Lucas da</name>
</author>
<id>http://hdl.handle.net/11690/3547</id>
<updated>2023-09-01T16:23:37Z</updated>
<published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Mulheres de Machado: personagens machadianas em cena
Gregis, Hilaine; Lopes, Ronaldo Silva; Rosa, Lúcia Regina Lucas da
O presente artigo pretende analisar a contemporaneidade e o uso didático do texto de Machado de Assis&#13;
adaptado para a peça teatral intitulada Mulheres de Machado (ROSA, 2008) e sua manifestação cultural como forma&#13;
de expressão artística. O roteiro foi escrito para celebrar os 100 anos da morte de Machado de Assis com o propósito&#13;
de ser encenado na Universidade La Salle, em Canoas-RS, por alunos e professores do curso de Letras. O texto reúne&#13;
personagens de diversos livros, ambientado na Confeitaria Colombo, no Rio de Janeiro, cujas personagens femininas&#13;
são apresentadas pelo próprio autor, e em suas conversas, percebe-se o cenário da época entre 1880 e 1890, seus&#13;
costumes e ideias. Dessa forma, o texto dramático apresenta elementos propícios a uma análise da cultura subjacente&#13;
ao texto, valorizando a expressão artística da literatura e do teatro. Para a análise, parte-se do conceito de cultura&#13;
apresentado por Ernst Cassirer (2012 numa abordagem político e social do homem acrescida da discussão acerca da&#13;
adaptação do texto literário ao roteiro dramático, a partir dos estudos de Hucheon (2013). Espera-se com este estudo&#13;
elucidar a cultura brasileira e artística do texto literário e do texto dramático a partir dos escritos do consagrado&#13;
escritor brasileiro Machado de Assis
Mulheres de Machado: personagens machadianas em cena
Gregis, Hilaine; Lopes, Ronaldo Silva; Rosa, Lúcia Regina Lucas da
O presente artigo pretende analisar a contemporaneidade e o uso didático do texto de Machado de Assis&#13;
adaptado para a peça teatral intitulada Mulheres de Machado (ROSA, 2008) e sua manifestação cultural como forma&#13;
de expressão artística. O roteiro foi escrito para celebrar os 100 anos da morte de Machado de Assis com o propósito&#13;
de ser encenado na Universidade La Salle, em Canoas-RS, por alunos e professores do curso de Letras. O texto reúne&#13;
personagens de diversos livros, ambientado na Confeitaria Colombo, no Rio de Janeiro, cujas personagens femininas&#13;
são apresentadas pelo próprio autor, e em suas conversas, percebe-se o cenário da época entre 1880 e 1890, seus&#13;
costumes e ideias. Dessa forma, o texto dramático apresenta elementos propícios a uma análise da cultura subjacente&#13;
ao texto, valorizando a expressão artística da literatura e do teatro. Para a análise, parte-se do conceito de cultura&#13;
apresentado por Ernst Cassirer (2012 numa abordagem político e social do homem acrescida da discussão acerca da&#13;
adaptação do texto literário ao roteiro dramático, a partir dos estudos de Hucheon (2013). Espera-se com este estudo&#13;
elucidar a cultura brasileira e artística do texto literário e do texto dramático a partir dos escritos do consagrado&#13;
escritor brasileiro Machado de Assis
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Análise de paradoxos, com base na memória e identidade, do protagonista de 'A máquina de fazer espanhóis'.</title>
<link href="http://hdl.handle.net/11690/3524" rel="alternate"/>
<author>
<name>Machado, Eduardo Pereira</name>
</author>
<author>
<name>Simão, Jenifer Schnorr</name>
</author>
<author>
<name>Silva, July Helen Valle da</name>
</author>
<id>http://hdl.handle.net/11690/3524</id>
<updated>2023-05-29T22:46:07Z</updated>
<published>2020-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Análise de paradoxos, com base na memória e identidade, do protagonista de 'A máquina de fazer espanhóis'.
Machado, Eduardo Pereira; Simão, Jenifer Schnorr; Silva, July Helen Valle da
O presente artigo propõe uma análise da&#13;
identidade, inconstante e indefinível, tendo&#13;
como corpus o romance contemporâneo de&#13;
Valter Hugo Mãe, A Máquina de Fazer Espanhóis&#13;
(2011). O objeto de estudo será o narradorpersonagem António Jorge da Silva. Por meio&#13;
de memórias, percebe-se que a construção da&#13;
identidade desse ser fragmentado é&#13;
consequência de uma ditadura que o&#13;
influenciou e de uma vida que orbitou em torno&#13;
de seu egoísmo. Para explicitar tal afirmação,&#13;
destacam-se passagens do livro que, ao&#13;
demonstrarem a oscilação de conduta perante&#13;
a moral, contrapõem radicalmente as atitudes&#13;
duvidosas do personagem ao evidenciarem a&#13;
estabilidade do amor conjugal e fraterno,&#13;
mostrando-se como amparo a uma identidade&#13;
instável.
Análise de paradoxos, com base na memória e identidade, do protagonista de 'A máquina de fazer espanhóis'.
Machado, Eduardo Pereira; Simão, Jenifer Schnorr; Silva, July Helen Valle da
O presente artigo propõe uma análise da&#13;
identidade, inconstante e indefinível, tendo&#13;
como corpus o romance contemporâneo de&#13;
Valter Hugo Mãe, A Máquina de Fazer Espanhóis&#13;
(2011). O objeto de estudo será o narradorpersonagem António Jorge da Silva. Por meio&#13;
de memórias, percebe-se que a construção da&#13;
identidade desse ser fragmentado é&#13;
consequência de uma ditadura que o&#13;
influenciou e de uma vida que orbitou em torno&#13;
de seu egoísmo. Para explicitar tal afirmação,&#13;
destacam-se passagens do livro que, ao&#13;
demonstrarem a oscilação de conduta perante&#13;
a moral, contrapõem radicalmente as atitudes&#13;
duvidosas do personagem ao evidenciarem a&#13;
estabilidade do amor conjugal e fraterno,&#13;
mostrando-se como amparo a uma identidade&#13;
instável.
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<dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Lúciola: comparações entre a personagem de José de Alencar e a mulher contemporânea.</title>
<link href="http://hdl.handle.net/11690/3523" rel="alternate"/>
<author>
<name>Machado, Eduardo Pereira</name>
</author>
<author>
<name>Silva, July Helen Valle da</name>
</author>
<author>
<name>Simão, Jenifer Schnorr</name>
</author>
<id>http://hdl.handle.net/11690/3523</id>
<updated>2023-05-29T22:38:02Z</updated>
<published>2021-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Lúciola: comparações entre a personagem de José de Alencar e a mulher contemporânea.
Machado, Eduardo Pereira; Silva, July Helen Valle da; Simão, Jenifer Schnorr
O presente artigo propõe uma análise a respeito do papel da&#13;
mulher na burguesia carioca do século XIX por meio do&#13;
romance urbano Lucíola, de José de Alencar, pertencente ao&#13;
período literário denominado Romantismo. Primeiramente,&#13;
abordaremos questões referentes à literatura descritiva dos&#13;
costumes da corte carioca, do tabu da prostituição e da&#13;
virgindade, da valorização da postura puritana e da punição&#13;
sofrida pela protagonista por não se encaixar nesse estereótipo.&#13;
Na sequência, apresentaremos semelhanças e diferenças entre&#13;
a protagonista do romance, Lúcia, e a mulher brasileira do&#13;
século XXI. Por meio dessa análise, pretendemos demonstrar&#13;
que, no passado, a mulher sofria com uma idealização&#13;
masculina, em que deveria ser casta e dona de casa, sendo&#13;
julgada se não alcançasse tais critérios e como, a partir de&#13;
revisões de movimentos feministas e conquistas de direitos,&#13;
essa normatização se transformou. A mulher passou a ter direito&#13;
ao voto, empoderou-se de seu corpo e pôde dizer não à&#13;
maternidade. Porém, o machismo persiste na&#13;
contemporaneidade de uma forma diferente, influenciando no&#13;
pertencimento da figura feminina dentro da sociedade.
Lúciola: comparações entre a personagem de José de Alencar e a mulher contemporânea.
Machado, Eduardo Pereira; Silva, July Helen Valle da; Simão, Jenifer Schnorr
O presente artigo propõe uma análise a respeito do papel da&#13;
mulher na burguesia carioca do século XIX por meio do&#13;
romance urbano Lucíola, de José de Alencar, pertencente ao&#13;
período literário denominado Romantismo. Primeiramente,&#13;
abordaremos questões referentes à literatura descritiva dos&#13;
costumes da corte carioca, do tabu da prostituição e da&#13;
virgindade, da valorização da postura puritana e da punição&#13;
sofrida pela protagonista por não se encaixar nesse estereótipo.&#13;
Na sequência, apresentaremos semelhanças e diferenças entre&#13;
a protagonista do romance, Lúcia, e a mulher brasileira do&#13;
século XXI. Por meio dessa análise, pretendemos demonstrar&#13;
que, no passado, a mulher sofria com uma idealização&#13;
masculina, em que deveria ser casta e dona de casa, sendo&#13;
julgada se não alcançasse tais critérios e como, a partir de&#13;
revisões de movimentos feministas e conquistas de direitos,&#13;
essa normatização se transformou. A mulher passou a ter direito&#13;
ao voto, empoderou-se de seu corpo e pôde dizer não à&#13;
maternidade. Porém, o machismo persiste na&#13;
contemporaneidade de uma forma diferente, influenciando no&#13;
pertencimento da figura feminina dentro da sociedade.
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