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<title>Enfermagem</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/139</link>
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<dc:date>2026-08-30T10:17:25Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/11690/4244">
<title>O impacto da ausência familiar no cuidado ao idoso institucionalizado</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/4244</link>
<description>O impacto da ausência familiar no cuidado ao idoso institucionalizado
Silva, Ana Cristina da
Este artigo tem como objetivo descrever, com base na literatura científica, o&#13;
impacto da ausência familiar no cuidado ao idoso institucionalizado. O delineamento&#13;
metodológico de revisão de literatura, com enfoque qualitativo, utilizando as bases&#13;
de dados Google Scholar e repositórios universitários e institucionais onde foram&#13;
selecionados artigos científicos, livros e teses que abordam a temática da ausência&#13;
familiar e seu impacto no cuidado de idosos em instituições. Após selecionadas as&#13;
obras foram submetidas a leitura dos textos,identificadas as principais temáticas e&#13;
agrupados em categorias de necessidades: psicobiológicas, psicossociais e&#13;
psicoespirituais. A literatura apontou que a ausência da família gera as&#13;
necessidades psicobiológicas, como o agravamento de quadros depressivos,&#13;
distúrbios do sono, sedentarismo e uso excessivo de psicofármacos; as&#13;
psicossociais, como a perda da autonomia, rompimento de vínculos afetivos,&#13;
sensação de abandono e desvalorização subjetiva e psicoespirituais, nas quais a fé&#13;
e a espiritualidade surgem como fontes de enfrentamento, conforto emocional e&#13;
resgate do sentido da vida em um contexto de solidão e afastamento familiar.&#13;
Conclui-se que a presença da família impacta em todos os espectros da saúde do&#13;
idoso, sendo sua ausência causa direta e indireta nos três eixos de necessidades,&#13;
tornando relevante este entendimento para se estabelecer um cuidado de&#13;
Enfermagem efetivo e acurado.
O impacto da ausência familiar no cuidado ao idoso institucionalizado
Silva, Ana Cristina da
Silva, Fabiano Silva da
Este artigo tem como objetivo descrever, com base na literatura científica, o&#13;
impacto da ausência familiar no cuidado ao idoso institucionalizado. O delineamento&#13;
metodológico de revisão de literatura, com enfoque qualitativo, utilizando as bases&#13;
de dados Google Scholar e repositórios universitários e institucionais onde foram&#13;
selecionados artigos científicos, livros e teses que abordam a temática da ausência&#13;
familiar e seu impacto no cuidado de idosos em instituições. Após selecionadas as&#13;
obras foram submetidas a leitura dos textos,identificadas as principais temáticas e&#13;
agrupados em categorias de necessidades: psicobiológicas, psicossociais e&#13;
psicoespirituais. A literatura apontou que a ausência da família gera as&#13;
necessidades psicobiológicas, como o agravamento de quadros depressivos,&#13;
distúrbios do sono, sedentarismo e uso excessivo de psicofármacos; as&#13;
psicossociais, como a perda da autonomia, rompimento de vínculos afetivos,&#13;
sensação de abandono e desvalorização subjetiva e psicoespirituais, nas quais a fé&#13;
e a espiritualidade surgem como fontes de enfrentamento, conforto emocional e&#13;
resgate do sentido da vida em um contexto de solidão e afastamento familiar.&#13;
Conclui-se que a presença da família impacta em todos os espectros da saúde do&#13;
idoso, sendo sua ausência causa direta e indireta nos três eixos de necessidades,&#13;
tornando relevante este entendimento para se estabelecer um cuidado de&#13;
Enfermagem efetivo e acurado.
</description>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://hdl.handle.net/11690/4243">
<title>Hipotermia no centro cirúrgico: impacto na recuperação do paciente e o papel da Enfermagem na prevenção e controle</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/4243</link>
<description>Hipotermia no centro cirúrgico: impacto na recuperação do paciente e o papel da Enfermagem na prevenção e controle
Trisch, Mônica Beatriz Santos
Introdução: a hipotermia no centro cirúrgico quando instalada, gera complicações&#13;
graves que repercutem em agravo da condição clínica do paciente cirúrgico e requer&#13;
intervenção imediata. A equipe de enfermagem deve possuir conhecimento&#13;
sobre as manifestações clínicas e as complicações decorrentes do processo&#13;
anestésico-cirúrgico, para que haja a elaboração de um plano de intervenção que&#13;
seja efetivo e eficaz no manejo da hipotermia. Objetivo: Conhecer a hipotermia no&#13;
paciente cirúrgico, suas causas, complicações e a importância da atuação da&#13;
enfermagem. Metodologia: revisão de literatura, foram incluídos artigos em&#13;
português, textos completos disponíveis e dos últimos 10 anos. Para o&#13;
desenvolvimento do estudo foram selecionados quinze artigos disponíveis na&#13;
plataforma de busca da LILACS. Desenvolvimento: após a análise dos artigos foi&#13;
possível dividir os assuntos em cinco categorias, intituladas em: Hipotermia e suas&#13;
causas, Sinais e sintomas da Hipotermia Perioperatória, Complicações no intra&#13;
operatório, causados pela Hipotermia, Métodos de prevenção a hipotermia no intra&#13;
operatório e pós operatório, Papel do enfermeiro no combate a hipotermia em sala&#13;
cirúrgica. Conclusões: o estudo aponta inúmeras causas e complicações intra e&#13;
pós-operatórias em pacientes que são submetidos a hipotermia. O enfermeiro tem&#13;
um papel fundamental na prevenção, identificando os pacientes com maior fator de&#13;
risco, assim antecipando os cuidados como aquecer o paciente antes do ato&#13;
cirúrgico, monitorar a temperatura do paciente no perioperatório, utilizar de&#13;
mecanismos que oferecem calor como mantas térmicas, cobertores, infusões&#13;
aquecidas.
Hipotermia no centro cirúrgico: impacto na recuperação do paciente e o papel da Enfermagem na prevenção e controle
Trisch, Mônica Beatriz Santos
Welfer, Márcia
Introdução: a hipotermia no centro cirúrgico quando instalada, gera complicações&#13;
graves que repercutem em agravo da condição clínica do paciente cirúrgico e requer&#13;
intervenção imediata. A equipe de enfermagem deve possuir conhecimento&#13;
sobre as manifestações clínicas e as complicações decorrentes do processo&#13;
anestésico-cirúrgico, para que haja a elaboração de um plano de intervenção que&#13;
seja efetivo e eficaz no manejo da hipotermia. Objetivo: Conhecer a hipotermia no&#13;
paciente cirúrgico, suas causas, complicações e a importância da atuação da&#13;
enfermagem. Metodologia: revisão de literatura, foram incluídos artigos em&#13;
português, textos completos disponíveis e dos últimos 10 anos. Para o&#13;
desenvolvimento do estudo foram selecionados quinze artigos disponíveis na&#13;
plataforma de busca da LILACS. Desenvolvimento: após a análise dos artigos foi&#13;
possível dividir os assuntos em cinco categorias, intituladas em: Hipotermia e suas&#13;
causas, Sinais e sintomas da Hipotermia Perioperatória, Complicações no intra&#13;
operatório, causados pela Hipotermia, Métodos de prevenção a hipotermia no intra&#13;
operatório e pós operatório, Papel do enfermeiro no combate a hipotermia em sala&#13;
cirúrgica. Conclusões: o estudo aponta inúmeras causas e complicações intra e&#13;
pós-operatórias em pacientes que são submetidos a hipotermia. O enfermeiro tem&#13;
um papel fundamental na prevenção, identificando os pacientes com maior fator de&#13;
risco, assim antecipando os cuidados como aquecer o paciente antes do ato&#13;
cirúrgico, monitorar a temperatura do paciente no perioperatório, utilizar de&#13;
mecanismos que oferecem calor como mantas térmicas, cobertores, infusões&#13;
aquecidas.
</description>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://hdl.handle.net/11690/4242">
<title>A importância da verificação correta da frequência respiratória em pacientes adultos</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/4242</link>
<description>A importância da verificação correta da frequência respiratória em pacientes adultos
Almeida, Renata Bartz de
Introdução: A Frequência Respiratória (FR) desempenha um papel estratégico na triagem, no&#13;
acompanhamento de pacientes e na identificação de emergências em que mudanças súbitas&#13;
podem indicar deterioração do quadro clínico, mas frequentemente esse sinal vital é&#13;
negligenciado na prática clínica, o que pode levar a erros diagnósticos e piores desfechos.&#13;
Objetivo: Compreender a importância da verificação da frequência respiratória na prevenção&#13;
de agravamento de patologias assim como entender às consequências dos erros de verificação&#13;
da FR e a sua subutilização pela enfermagem. Método: Revisão narrativa. A busca pelas&#13;
artigos foi realizada por meio das plataformas Scielo, PubMed, Google Scholar e livros.&#13;
Foram incluídos artigos científicos publicados integralmente entre 2015-2025, nos idiomas&#13;
português, espanhol e inglês, totalizando em 15 artigos e um livro. Desenvolvimento:&#13;
Alterações na FR antecedem outros sinais de deterioração, sendo crucial em sepse, paradas&#13;
cardiorrespiratórias e insuficiências respiratórias (FR &gt;27 irpm indica risco iminente de&#13;
parada cardíaca). Apesar disso, é o sinal menos registrado em prontuários, mesmo em UTIs.&#13;
Os principais problemas incluem: Priorização de outros parâmetros como Pressão Arterial, e&#13;
frequência cardíaca, há falta de padronização na aferição e deficiências na educação&#13;
continuada. Conclusão: A FR é subvalorizada, mas essencial para detecção precoce de&#13;
complicações. Protocolos de monitoramento contínuo, capacitação da equipe e maior atenção&#13;
à FR podem reduzir erros e melhorar desfechos.
A importância da verificação correta da frequência respiratória em pacientes adultos
Almeida, Renata Bartz de
Welfer, Márcia
Introdução: A Frequência Respiratória (FR) desempenha um papel estratégico na triagem, no&#13;
acompanhamento de pacientes e na identificação de emergências em que mudanças súbitas&#13;
podem indicar deterioração do quadro clínico, mas frequentemente esse sinal vital é&#13;
negligenciado na prática clínica, o que pode levar a erros diagnósticos e piores desfechos.&#13;
Objetivo: Compreender a importância da verificação da frequência respiratória na prevenção&#13;
de agravamento de patologias assim como entender às consequências dos erros de verificação&#13;
da FR e a sua subutilização pela enfermagem. Método: Revisão narrativa. A busca pelas&#13;
artigos foi realizada por meio das plataformas Scielo, PubMed, Google Scholar e livros.&#13;
Foram incluídos artigos científicos publicados integralmente entre 2015-2025, nos idiomas&#13;
português, espanhol e inglês, totalizando em 15 artigos e um livro. Desenvolvimento:&#13;
Alterações na FR antecedem outros sinais de deterioração, sendo crucial em sepse, paradas&#13;
cardiorrespiratórias e insuficiências respiratórias (FR &gt;27 irpm indica risco iminente de&#13;
parada cardíaca). Apesar disso, é o sinal menos registrado em prontuários, mesmo em UTIs.&#13;
Os principais problemas incluem: Priorização de outros parâmetros como Pressão Arterial, e&#13;
frequência cardíaca, há falta de padronização na aferição e deficiências na educação&#13;
continuada. Conclusão: A FR é subvalorizada, mas essencial para detecção precoce de&#13;
complicações. Protocolos de monitoramento contínuo, capacitação da equipe e maior atenção&#13;
à FR podem reduzir erros e melhorar desfechos.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item rdf:about="http://hdl.handle.net/11690/4241">
<title>Cuidados paliativos no paciente oncológico: desafios e estratégias na prática de Enfermagem</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/4241</link>
<description>Cuidados paliativos no paciente oncológico: desafios e estratégias na prática de Enfermagem
Rosa, Talluah Sponchiado da
Introdução: Perante o aumento dos casos de câncer em fases avançadas, o&#13;
cuidado paliativo oncológico tem se mostrado cada vez mais essencial. O foco da&#13;
assistência se dirige a melhorar a qualidade de vida, assim, a enfermagem&#13;
desempenha um papel fundamental, oferecendo cuidados durante todo o processo.&#13;
Objetivo: conhecer os desafios enfrentados pelos profissionais de enfermagem nos&#13;
cuidados paliativos a pacientes oncológicos. Metodologia: pesquisa de revisão de&#13;
literatura. Foram selecionadas referências dos últimos 5 anos, na base de dados da&#13;
BVS, LILACS, BDENF, no idioma português, com pacientes adultos em ambiente&#13;
hospitalar, totalizando em 22 artigos para análise. Desenvolvimento: foi possível&#13;
conhecer a complexidade da atuação da enfermagem nos cuidados paliativos&#13;
oncológicos. Aborda o manejo de sintomas e feridas neoplásicas, destacando a&#13;
necessidade de intervenções técnico-científicas e sensíveis. A vivência do&#13;
adoecimento, tanto pelo paciente quanto pelos familiares, é marcada por intensas&#13;
demandas emocionais, exigindo empatia, comunicação e escuta ativa. Além disso,&#13;
percebe-se uma deficiência na preparação acadêmica dos enfermeiros para agir&#13;
neste ambiente específico. Assim, evidencia a urgência em investir na educação&#13;
permanente e em priorizar o cuidado humanizado. Conclusões: No contexto dos&#13;
cuidados paliativos em pacientes com doença oncológica, conclui-se que o papel da&#13;
enfermagem exige uma abordagem clínica, que vá além do manejo clínico, e que&#13;
inclua empatia e sensibilidade diante da dor, fragilidade emocional, tomada de&#13;
decisões e angústia vivenciada pelos familiares. A formação acadêmica ainda se&#13;
mostra limitada, o que reforça a necessidade de qualificação profissional contínua e&#13;
de práticas mais humanizadas.
Cuidados paliativos no paciente oncológico: desafios e estratégias na prática de Enfermagem
Rosa, Talluah Sponchiado da
Welfer, Márcia
Introdução: Perante o aumento dos casos de câncer em fases avançadas, o&#13;
cuidado paliativo oncológico tem se mostrado cada vez mais essencial. O foco da&#13;
assistência se dirige a melhorar a qualidade de vida, assim, a enfermagem&#13;
desempenha um papel fundamental, oferecendo cuidados durante todo o processo.&#13;
Objetivo: conhecer os desafios enfrentados pelos profissionais de enfermagem nos&#13;
cuidados paliativos a pacientes oncológicos. Metodologia: pesquisa de revisão de&#13;
literatura. Foram selecionadas referências dos últimos 5 anos, na base de dados da&#13;
BVS, LILACS, BDENF, no idioma português, com pacientes adultos em ambiente&#13;
hospitalar, totalizando em 22 artigos para análise. Desenvolvimento: foi possível&#13;
conhecer a complexidade da atuação da enfermagem nos cuidados paliativos&#13;
oncológicos. Aborda o manejo de sintomas e feridas neoplásicas, destacando a&#13;
necessidade de intervenções técnico-científicas e sensíveis. A vivência do&#13;
adoecimento, tanto pelo paciente quanto pelos familiares, é marcada por intensas&#13;
demandas emocionais, exigindo empatia, comunicação e escuta ativa. Além disso,&#13;
percebe-se uma deficiência na preparação acadêmica dos enfermeiros para agir&#13;
neste ambiente específico. Assim, evidencia a urgência em investir na educação&#13;
permanente e em priorizar o cuidado humanizado. Conclusões: No contexto dos&#13;
cuidados paliativos em pacientes com doença oncológica, conclui-se que o papel da&#13;
enfermagem exige uma abordagem clínica, que vá além do manejo clínico, e que&#13;
inclua empatia e sensibilidade diante da dor, fragilidade emocional, tomada de&#13;
decisões e angústia vivenciada pelos familiares. A formação acadêmica ainda se&#13;
mostra limitada, o que reforça a necessidade de qualificação profissional contínua e&#13;
de práticas mais humanizadas.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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