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<title>Artigo de Periódico (Processos Gerenciais)</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/376</link>
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<dc:date>2026-08-30T09:37:55Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/11690/2406">
<title>Ônus municipal, bônus federal: a crise das finanças públicas, cultura e direito da assistência social em Porto Alegre/RS</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/2406</link>
<description>Ônus municipal, bônus federal: a crise das finanças públicas, cultura e direito da assistência social em Porto Alegre/RS
Lima, Mario Jaime Gomes de
A Assistência Social é um direito, mesmo que ainda mantenha um constante conflito com uma cultura&#13;
conservadora, que a enxerga como um instrumento clientelista e assistencialista, de dever do Estado. Logo,&#13;
a Assistência Social tornou-se um direito da sociedade brasileira, a partir da Constituição Federal de 1988. Está&#13;
estruturada pelo Sistema Único de Assistência Social, que possui uma gestão com participação social e um Fundo Nacional de Assistência Social, que de forma transversal realiza a implementação e execução dessas políticas entre a União, os Estados e os Municípios. As capitais brasileiras são os municípios que recebem valores insuficientes da União para a execução da Assistência Social. No caso de Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul, 94,91% destas políticas são  financiadas com recursos livres do Tesouro Municipal. Atualmente, Porto Alegre passa por sucessivos déficits no Tesouro Municipal, o que traz dificuldades no financiamento dos bens e serviços públicos, especialmente da Assistência Social, que tem um comportamento crescente tanto nos atendimento de beneficiários, quanto nos recursos dispendidos para seu financiamento. O objetivo do artigo foi observar a relação do financiamento da Assistência Social com a crise das finanças públicas municipais de Porto Alegre, onde surgiram elementos suficientes para observar que a Assistência Social é um direito à sociedade brasileira, mediante um bônus para União e um ônus para os Municípios, diante da restrição orçamentária das finanças públicas destes últimos, especialmente, em Porto Alegre. Isso exigirá a melhoria na qualidade e na eficiência dos limitados recursos livres do Tesouro Municipal.
Ônus municipal, bônus federal: a crise das finanças públicas, cultura e direito da assistência social em Porto Alegre/RS
Lima, Mario Jaime Gomes de
A Assistência Social é um direito, mesmo que ainda mantenha um constante conflito com uma cultura&#13;
conservadora, que a enxerga como um instrumento clientelista e assistencialista, de dever do Estado. Logo,&#13;
a Assistência Social tornou-se um direito da sociedade brasileira, a partir da Constituição Federal de 1988. Está&#13;
estruturada pelo Sistema Único de Assistência Social, que possui uma gestão com participação social e um Fundo Nacional de Assistência Social, que de forma transversal realiza a implementação e execução dessas políticas entre a União, os Estados e os Municípios. As capitais brasileiras são os municípios que recebem valores insuficientes da União para a execução da Assistência Social. No caso de Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul, 94,91% destas políticas são  financiadas com recursos livres do Tesouro Municipal. Atualmente, Porto Alegre passa por sucessivos déficits no Tesouro Municipal, o que traz dificuldades no financiamento dos bens e serviços públicos, especialmente da Assistência Social, que tem um comportamento crescente tanto nos atendimento de beneficiários, quanto nos recursos dispendidos para seu financiamento. O objetivo do artigo foi observar a relação do financiamento da Assistência Social com a crise das finanças públicas municipais de Porto Alegre, onde surgiram elementos suficientes para observar que a Assistência Social é um direito à sociedade brasileira, mediante um bônus para União e um ônus para os Municípios, diante da restrição orçamentária das finanças públicas destes últimos, especialmente, em Porto Alegre. Isso exigirá a melhoria na qualidade e na eficiência dos limitados recursos livres do Tesouro Municipal.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/11690/2352">
<title>Magia para quem? Uma análise crítica do intercâmbio de turismo na Disney World</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/2352</link>
<description>Magia para quem? Uma análise crítica do intercâmbio de turismo na Disney World
Matos, Paola Rodrigues de; Borges, Maria de Lourdes
Este trabalho objetiva analisar criticamente as percepções de encantamento e/ou desencantamento&#13;
de jovens brasileiros que passaram por experiências de intercâmbio na cultura organizacional da Walt Disney&#13;
World (Orlando). Foi realizada uma pesquisa qualitativa e entrevistados 17 ex-intercambistas brasileiros&#13;
que trabalharam na Disney no período de 2008 a 2013. Uma análise de conteúdo foi realizada sobre os dados&#13;
sistematizados. Os resultados indicam que, por meio do mote do encantamento e da magia, é exigido dos&#13;
intercambistas um trabalho emocional dentro da cultura organizacional afetiva da Disney que tem como&#13;
prerrogativa a exibição incondicional de emoções de felicidade e alegria por parte dos trabalhadores. Além&#13;
da força laboral, a simpatia do trabalhador é mercantilizada e revertida em lucro para a empresa por meio&#13;
de uma gestão das emoções, onde a regulação emocional ocorre em meio tanto à falta de crítica quanto ao&#13;
desencantamento diante de exigências físicas e emocionais exaustivas.
Magia para quem? Uma análise crítica do intercâmbio de turismo na Disney World
Matos, Paola Rodrigues de; Borges, Maria de Lourdes
Este trabalho objetiva analisar criticamente as percepções de encantamento e/ou desencantamento&#13;
de jovens brasileiros que passaram por experiências de intercâmbio na cultura organizacional da Walt Disney&#13;
World (Orlando). Foi realizada uma pesquisa qualitativa e entrevistados 17 ex-intercambistas brasileiros&#13;
que trabalharam na Disney no período de 2008 a 2013. Uma análise de conteúdo foi realizada sobre os dados&#13;
sistematizados. Os resultados indicam que, por meio do mote do encantamento e da magia, é exigido dos&#13;
intercambistas um trabalho emocional dentro da cultura organizacional afetiva da Disney que tem como&#13;
prerrogativa a exibição incondicional de emoções de felicidade e alegria por parte dos trabalhadores. Além&#13;
da força laboral, a simpatia do trabalhador é mercantilizada e revertida em lucro para a empresa por meio&#13;
de uma gestão das emoções, onde a regulação emocional ocorre em meio tanto à falta de crítica quanto ao&#13;
desencantamento diante de exigências físicas e emocionais exaustivas.
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<dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/11690/2349">
<title>Determinantes do empreendedorismo no Rio Grande do Sul: uma análise espacial</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/2349</link>
<description>Determinantes do empreendedorismo no Rio Grande do Sul: uma análise espacial
Höber, Ricardo; Lima, Mario Jaime Gomes de; Fochezatto, Adelar
O objetivo do presente trabalho foi testar a hipótese de que regiões, no Estado do Rio Grande&#13;
do Sul, com elevado nível de urbanização, educação formal e renda per capita, tendem a ter um&#13;
maior grau de empreendedorismo, buscando-se identificar o empreendedorismo espacialmente&#13;
e diferenciá-lo em “de oportunidade” ou “de necessidade”. Para isto, foi realizada, como&#13;
metodologia proposta para este trabalho, uma Análise Exploratória de Dados Espaciais&#13;
(AEDE), utilizando-se o Índice de Moran e indicadores de associação espacial local. A partir da&#13;
aplicação da metodologia proposta e dos resultados encontrados, teve-se confirmada a hipótese.&#13;
Assim, pode-se concluir, primeiramente, que o empreendedor local tende a criar novos negócios&#13;
em função de oportunidades e, depois, que a Serra Gaúcha se apresenta como a região com&#13;
maior propensão para o empreendedorismo no Estado do Rio Grande do Sul.
Determinantes do empreendedorismo no Rio Grande do Sul: uma análise espacial
Höber, Ricardo; Lima, Mario Jaime Gomes de; Fochezatto, Adelar
O objetivo do presente trabalho foi testar a hipótese de que regiões, no Estado do Rio Grande&#13;
do Sul, com elevado nível de urbanização, educação formal e renda per capita, tendem a ter um&#13;
maior grau de empreendedorismo, buscando-se identificar o empreendedorismo espacialmente&#13;
e diferenciá-lo em “de oportunidade” ou “de necessidade”. Para isto, foi realizada, como&#13;
metodologia proposta para este trabalho, uma Análise Exploratória de Dados Espaciais&#13;
(AEDE), utilizando-se o Índice de Moran e indicadores de associação espacial local. A partir da&#13;
aplicação da metodologia proposta e dos resultados encontrados, teve-se confirmada a hipótese.&#13;
Assim, pode-se concluir, primeiramente, que o empreendedor local tende a criar novos negócios&#13;
em função de oportunidades e, depois, que a Serra Gaúcha se apresenta como a região com&#13;
maior propensão para o empreendedorismo no Estado do Rio Grande do Sul.
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<dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/11690/2348">
<title>Inovação aplicada ao desenvolvimento da liderança lassalista no Brasil: fundamentos para a excelência na gestão</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/2348</link>
<description>Inovação aplicada ao desenvolvimento da liderança lassalista no Brasil: fundamentos para a excelência na gestão
Souza, Renaldo Vieira de; Jung, Hildegard Susana; Fossatti, Paulo
Este artigo trata da aplicação dos fundamentos da excelência em gestão ao desenvolvimento de&#13;
lideranças da Universidad e La Salle (Unilasalle), Brasil. Liderar é um exercício que exige autoconhecimento e constante aperfeiçoamento de habilidades e competências. Quando se trata de inovação aplicada à liderança, as boas práticas e as novas metodologias de apoio à gestão são essenciais&#13;
para auxiliar a prática da liderança. Com base nisso, o objetivo deste artigo é apresentar o processo&#13;
de desenvolvimento de lideranças organizacionais na Unilasalle. A metodologia está baseada na&#13;
análise documental, no diário de campo, nas exonerações de lideranças e na percepção das equipes.&#13;
Os resultados indicam: formação sistematizada e continuada dos líderes; escolha estratégica dos&#13;
participantes; gestão por competências; autodesenvolvimento personalizado e ajuste da prática de&#13;
desenvolvimento da liderança da Unilasalle baseado em seus princípios e valores. Conclui-se com&#13;
a necessidade de formar pessoas com competências técnicas, humanas e transversais, com foco na&#13;
gestão inovadora, estratégica e por resultados. As atitudes da liderança transformadora passam necessariamente por um detalhado plano de trabalho e organização, fundamentais para o sucesso do&#13;
exercício da liderança.
Inovação aplicada ao desenvolvimento da liderança lassalista no Brasil: fundamentos para a excelência na gestão
Souza, Renaldo Vieira de; Jung, Hildegard Susana; Fossatti, Paulo
Este artigo trata da aplicação dos fundamentos da excelência em gestão ao desenvolvimento de&#13;
lideranças da Universidad e La Salle (Unilasalle), Brasil. Liderar é um exercício que exige autoconhecimento e constante aperfeiçoamento de habilidades e competências. Quando se trata de inovação aplicada à liderança, as boas práticas e as novas metodologias de apoio à gestão são essenciais&#13;
para auxiliar a prática da liderança. Com base nisso, o objetivo deste artigo é apresentar o processo&#13;
de desenvolvimento de lideranças organizacionais na Unilasalle. A metodologia está baseada na&#13;
análise documental, no diário de campo, nas exonerações de lideranças e na percepção das equipes.&#13;
Os resultados indicam: formação sistematizada e continuada dos líderes; escolha estratégica dos&#13;
participantes; gestão por competências; autodesenvolvimento personalizado e ajuste da prática de&#13;
desenvolvimento da liderança da Unilasalle baseado em seus princípios e valores. Conclui-se com&#13;
a necessidade de formar pessoas com competências técnicas, humanas e transversais, com foco na&#13;
gestão inovadora, estratégica e por resultados. As atitudes da liderança transformadora passam necessariamente por um detalhado plano de trabalho e organização, fundamentais para o sucesso do&#13;
exercício da liderança.
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<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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