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<title>Programa de Pós-Graduação em Saúde e Desenvolvimento Humano (PPGSDH)</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/1056</link>
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<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 09:38:21 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-08-30T09:38:21Z</dc:date>
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<title>Programa de Pós-Graduação em Saúde e Desenvolvimento Humano (PPGSDH)</title>
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<link>http://hdl.handle.net/11690/1056</link>
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<item>
<title>Barreiras no processo de notificação de eventos adversos à Anvisa Atenção Primária à Saúde</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/4566</link>
<description>Barreiras no processo de notificação de eventos adversos à Anvisa Atenção Primária à Saúde
Rossini, Beatriz Pedro
A segurança do paciente na Atenção Primária à Saúde (APS) é dimensão estratégica&#13;
para a redução de danos relacionados à assistência. Este estudo objetivou identificar&#13;
as principais barreiras enfrentadas por enfermeiros assistenciais e gestores no&#13;
processo de notificação de eventos adversos à Agência Nacional de Vigilância&#13;
Sanitária (Anvisa) em Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Canoas, Rio Grande do&#13;
Sul. Trata-se de estudo censitário, de abordagem quantitativa descritiva, realizado&#13;
com 32 profissionais, por meio de questionário estruturado baseado na versão&#13;
brasileira do Hospital Survey on Patient Safety Culture (HSOPSC). Os dados foram&#13;
analisados por estatística descritiva, com cálculo de frequências e intervalos de&#13;
confiança de 95% (método de Wilson), além de testes não paramétricos (WilcoxonMann-Whitney), teste exato de Fisher, correlação de Spearman, regressão logística&#13;
univariada e análise exploratória de cluster (α=5%). Os resultados evidenciaram baixo&#13;
nível de conhecimento sobre notificação de eventos adversos (59,4% relataram&#13;
conhecimento baixo ou muito baixo) e ausência de capacitação prévia (81,3%). As&#13;
principais barreiras foram sobrecarga de trabalho (78,1%), falta de compreensão do&#13;
processo (68,8%) e capacitação insuficiente para uso de tecnologia da informação&#13;
(68,8%). Apenas 6,3% perceberam ambiente totalmente favorável à notificação. O&#13;
suporte institucional inadequado associou-se significativamente a maior carga de&#13;
barreiras (p=0,011), configurando-se como principal fator modificável. Como produto&#13;
técnico, foi elaborada cartilha informativa sobre a notificação de eventos adversos à&#13;
Anvisa que será disponibilizada, de forma digital, a todas as UBS do município.&#13;
Conclui-se que barreiras organizacionais, culturais e tecnológicas comprometem a&#13;
efetividade da notificação na APS, reforçando a necessidade de capacitação,&#13;
infraestrutura adequada e fortalecimento de cultura não punitiva.
Barreiras no processo de notificação de eventos adversos à Anvisa Atenção Primária à Saúde
Rossini, Beatriz Pedro
Konradt, Daniele Mariath Bassuino
A segurança do paciente na Atenção Primária à Saúde (APS) é dimensão estratégica&#13;
para a redução de danos relacionados à assistência. Este estudo objetivou identificar&#13;
as principais barreiras enfrentadas por enfermeiros assistenciais e gestores no&#13;
processo de notificação de eventos adversos à Agência Nacional de Vigilância&#13;
Sanitária (Anvisa) em Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Canoas, Rio Grande do&#13;
Sul. Trata-se de estudo censitário, de abordagem quantitativa descritiva, realizado&#13;
com 32 profissionais, por meio de questionário estruturado baseado na versão&#13;
brasileira do Hospital Survey on Patient Safety Culture (HSOPSC). Os dados foram&#13;
analisados por estatística descritiva, com cálculo de frequências e intervalos de&#13;
confiança de 95% (método de Wilson), além de testes não paramétricos (WilcoxonMann-Whitney), teste exato de Fisher, correlação de Spearman, regressão logística&#13;
univariada e análise exploratória de cluster (α=5%). Os resultados evidenciaram baixo&#13;
nível de conhecimento sobre notificação de eventos adversos (59,4% relataram&#13;
conhecimento baixo ou muito baixo) e ausência de capacitação prévia (81,3%). As&#13;
principais barreiras foram sobrecarga de trabalho (78,1%), falta de compreensão do&#13;
processo (68,8%) e capacitação insuficiente para uso de tecnologia da informação&#13;
(68,8%). Apenas 6,3% perceberam ambiente totalmente favorável à notificação. O&#13;
suporte institucional inadequado associou-se significativamente a maior carga de&#13;
barreiras (p=0,011), configurando-se como principal fator modificável. Como produto&#13;
técnico, foi elaborada cartilha informativa sobre a notificação de eventos adversos à&#13;
Anvisa que será disponibilizada, de forma digital, a todas as UBS do município.&#13;
Conclui-se que barreiras organizacionais, culturais e tecnológicas comprometem a&#13;
efetividade da notificação na APS, reforçando a necessidade de capacitação,&#13;
infraestrutura adequada e fortalecimento de cultura não punitiva.
</description>
<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/4566</guid>
<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>A experiência grupal como estratégia de promoção do bem-estar e da motivação docente</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/4565</link>
<description>A experiência grupal como estratégia de promoção do bem-estar e da motivação docente
Herborn, Janaína Miranda da Rosa
Este estudo investigou as contribuições de um grupo de reflexão docente para&#13;
o bem-estar e a saúde mental de professoras da educação básica. A pesquisa, de&#13;
abordagem qualitativa, envolveu cinco encontros semanais com professoras de uma&#13;
escola privada, articulando instrumentos diagnósticos, dinâmicas de partilha e rodas&#13;
de conversa. A análise textual discursiva permitiu identificar duas categorias centrais:&#13;
Experiência grupal como estratégia em saúde mental e Dimensão socioemocional do&#13;
bem-estar e motivação docente. Os resultados evidenciam que o grupo constituiu um&#13;
espaço de escuta qualificada, acolhimento e fortalecimento emocional, favorecendo o&#13;
reconhecimento de experiências comuns e a construção de vínculos. Também&#13;
emergiram elementos associados ao bem-estar docente, como satisfação com&#13;
condições de trabalho, criatividade, colaboração, reconhecimento e sentido da&#13;
profissão. Conclui-se que práticas institucionais que valorizam espaços coletivos de&#13;
diálogo e cuidado podem contribuir significativamente para a promoção da saúde&#13;
mental e da motivação docente. Como produto técnico tecnológico foi proposto a&#13;
formação em serviço a partir de grupos de reflexões para docentes no espaço da&#13;
escola por adesão, propondo cinco encontros por semestre letivo, com duração de 1h.
A experiência grupal como estratégia de promoção do bem-estar e da motivação docente
Herborn, Janaína Miranda da Rosa
Filippin, Lidiane Isabel
Este estudo investigou as contribuições de um grupo de reflexão docente para&#13;
o bem-estar e a saúde mental de professoras da educação básica. A pesquisa, de&#13;
abordagem qualitativa, envolveu cinco encontros semanais com professoras de uma&#13;
escola privada, articulando instrumentos diagnósticos, dinâmicas de partilha e rodas&#13;
de conversa. A análise textual discursiva permitiu identificar duas categorias centrais:&#13;
Experiência grupal como estratégia em saúde mental e Dimensão socioemocional do&#13;
bem-estar e motivação docente. Os resultados evidenciam que o grupo constituiu um&#13;
espaço de escuta qualificada, acolhimento e fortalecimento emocional, favorecendo o&#13;
reconhecimento de experiências comuns e a construção de vínculos. Também&#13;
emergiram elementos associados ao bem-estar docente, como satisfação com&#13;
condições de trabalho, criatividade, colaboração, reconhecimento e sentido da&#13;
profissão. Conclui-se que práticas institucionais que valorizam espaços coletivos de&#13;
diálogo e cuidado podem contribuir significativamente para a promoção da saúde&#13;
mental e da motivação docente. Como produto técnico tecnológico foi proposto a&#13;
formação em serviço a partir de grupos de reflexões para docentes no espaço da&#13;
escola por adesão, propondo cinco encontros por semestre letivo, com duração de 1h.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/4565</guid>
<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Diferenças relacionadas ao sexo na avaliação e manejo da dor torácica em um serviço de emergência especializado em cardiologia</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/4559</link>
<description>Diferenças relacionadas ao sexo na avaliação e manejo da dor torácica em um serviço de emergência especializado em cardiologia
Monzon, Luciele da Rocha
Objetivo: Avaliar possíveis diferenças relacionadas ao sexo na investigação&#13;
diagnóstica e no manejo de adultos atendidos por dor torácica em um serviço de&#13;
emergência especializado em cardiologia.&#13;
Metodologia: Estudo de coorte retrospectivo realizado em um hospital terciário&#13;
especializado em cardiologia, localizado no sul do Brasil. Foram incluídos prontuários&#13;
de pacientes com idade ≥18 anos atendidos no serviço de emergência entre 2022 e&#13;
2023 com queixa principal de dor torácica não traumática. O desfecho primário foi&#13;
admissão hospitalar após o atendimento na emergência. Os desfechos secundários&#13;
incluíram realização de eletrocardiograma nas primeiras duas horas, dosagem de&#13;
troponina nas primeiras duas horas, realização de cateterismo cardíaco e admissão&#13;
em unidade de terapia intensiva (UTI).&#13;
Resultados: Foram incluídos 1037 pacientes, dos quais 493 (47,5%) eram homens e&#13;
544 (52,5%) mulheres. A taxa de admissão hospitalar foi semelhante entre homens e&#13;
mulheres (19,5% vs. 21,5%; p = 0,464). Em relação à investigação diagnóstica inicial,&#13;
mulheres foram menos frequentemente submetidas à realização de&#13;
eletrocardiograma nas primeiras duas horas (89% vs. 96%; p &lt; 0,001) e à dosagem&#13;
de troponina no mesmo período (76% vs. 89%; p &lt; 0,001). Mulheres também foram&#13;
menos frequentemente submetidas a cateterismo cardíaco (5,7% vs. 11,6%; p &lt;&#13;
0,001) e apresentaram menor frequência de internação em UTI (3,1% vs. 7,5%; p &lt;&#13;
0,001). Após ajuste para idade, raça, classificação de risco na triagem e&#13;
comorbidades, o sexo feminino permaneceu associado a menor probabilidade de&#13;
realização de eletrocardiograma nas primeiras duas horas (OR 0,33; IC95% 0,19–&#13;
0,56) e de dosagem de troponina nas primeiras duas horas (OR 0,36; IC95% 0,25–&#13;
0,51). Após ajuste adicional para diagnóstico final, o sexo feminino também esteve&#13;
associado a menor probabilidade de realização de cateterismo cardíaco (OR 0,40;&#13;
IC95% 0,21–0,76) e de internação em UTI (OR 0,40; IC95% 0,19–0,78).&#13;
Conclusão: Mulheres atendidas por dor torácica em um serviço de emergência&#13;
especializado em cardiologia foram menos frequentemente submetidas à&#13;
investigação diagnóstica precoce e a estratégias invasivas de manejo, mesmo após&#13;
ajuste para características clínicas relevantes. Esses achados sugerem a presença&#13;
de diferenças sistemáticas no processo assistencial ao longo da cascata de cuidado&#13;
da dor torácica.
Diferenças relacionadas ao sexo na avaliação e manejo da dor torácica em um serviço de emergência especializado em cardiologia
Monzon, Luciele da Rocha
Boniatti, Márcio Manozzo
Objetivo: Avaliar possíveis diferenças relacionadas ao sexo na investigação&#13;
diagnóstica e no manejo de adultos atendidos por dor torácica em um serviço de&#13;
emergência especializado em cardiologia.&#13;
Metodologia: Estudo de coorte retrospectivo realizado em um hospital terciário&#13;
especializado em cardiologia, localizado no sul do Brasil. Foram incluídos prontuários&#13;
de pacientes com idade ≥18 anos atendidos no serviço de emergência entre 2022 e&#13;
2023 com queixa principal de dor torácica não traumática. O desfecho primário foi&#13;
admissão hospitalar após o atendimento na emergência. Os desfechos secundários&#13;
incluíram realização de eletrocardiograma nas primeiras duas horas, dosagem de&#13;
troponina nas primeiras duas horas, realização de cateterismo cardíaco e admissão&#13;
em unidade de terapia intensiva (UTI).&#13;
Resultados: Foram incluídos 1037 pacientes, dos quais 493 (47,5%) eram homens e&#13;
544 (52,5%) mulheres. A taxa de admissão hospitalar foi semelhante entre homens e&#13;
mulheres (19,5% vs. 21,5%; p = 0,464). Em relação à investigação diagnóstica inicial,&#13;
mulheres foram menos frequentemente submetidas à realização de&#13;
eletrocardiograma nas primeiras duas horas (89% vs. 96%; p &lt; 0,001) e à dosagem&#13;
de troponina no mesmo período (76% vs. 89%; p &lt; 0,001). Mulheres também foram&#13;
menos frequentemente submetidas a cateterismo cardíaco (5,7% vs. 11,6%; p &lt;&#13;
0,001) e apresentaram menor frequência de internação em UTI (3,1% vs. 7,5%; p &lt;&#13;
0,001). Após ajuste para idade, raça, classificação de risco na triagem e&#13;
comorbidades, o sexo feminino permaneceu associado a menor probabilidade de&#13;
realização de eletrocardiograma nas primeiras duas horas (OR 0,33; IC95% 0,19–&#13;
0,56) e de dosagem de troponina nas primeiras duas horas (OR 0,36; IC95% 0,25–&#13;
0,51). Após ajuste adicional para diagnóstico final, o sexo feminino também esteve&#13;
associado a menor probabilidade de realização de cateterismo cardíaco (OR 0,40;&#13;
IC95% 0,21–0,76) e de internação em UTI (OR 0,40; IC95% 0,19–0,78).&#13;
Conclusão: Mulheres atendidas por dor torácica em um serviço de emergência&#13;
especializado em cardiologia foram menos frequentemente submetidas à&#13;
investigação diagnóstica precoce e a estratégias invasivas de manejo, mesmo após&#13;
ajuste para características clínicas relevantes. Esses achados sugerem a presença&#13;
de diferenças sistemáticas no processo assistencial ao longo da cascata de cuidado&#13;
da dor torácica.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item>
<title>Plantas medicinais e acesso à saúde: uma visão no contexto dos imigrantes</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/4530</link>
<description>Plantas medicinais e acesso à saúde: uma visão no contexto dos imigrantes
Brochier, Bruna
O estudo investigou o uso de plantas medicinais entre imigrantes residentes nomunicípio de Canoas (RS), buscando compreender como se dá a preservação eadaptação desses saberes tradicionais no contexto migratório. O objetivo foiidentificar as principais plantas utilizadas em seus países de origem, analisar suasdenominações locais e avaliar possíveis barreiras linguísticas e de acesso a essasespécies no Brasil. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter transversal edescritivo, realizada por meio de entrevistas semiestruturadas com sete imigrantes,majoritariamente venezuelanos e um haitiano. A análise seguiu o método de Análisede Conteúdo de Bardin. Os resultados indicaram que todos os participantesutilizavam plantas medicinais antes da migração e que seis deles mantiveram o usono Brasil, ainda que com adaptações às espécies disponíveis. Entre as plantas maiscitadas destacaram-se Plectranthus amboinicus, Cymbopogon citratus, Phyllanthusniruri, Peumus boldus e Aloe vera. As falas revelaram dificuldades no acesso àsplantas e aos serviços de saúde, bem como barreiras linguísticas que comprometema identificação das espécies. Observou-se forte correspondência entre o saberpopular dos imigrantes e as evidências científicas descritas na literatura, reforçandoa importância do conhecimento tradicional. Como produto técnico, desenvolveu-secartilha bilíngue em português, espanhol e francês com orientações sobre o usocorreto das plantas e suas equivalências linguísticas, visando facilitar o acesso àinformação e valorizar a diversidade cultural
Plantas medicinais e acesso à saúde: uma visão no contexto dos imigrantes
Brochier, Bruna
Silva, Fernanda Rabaioli da
O estudo investigou o uso de plantas medicinais entre imigrantes residentes nomunicípio de Canoas (RS), buscando compreender como se dá a preservação eadaptação desses saberes tradicionais no contexto migratório. O objetivo foiidentificar as principais plantas utilizadas em seus países de origem, analisar suasdenominações locais e avaliar possíveis barreiras linguísticas e de acesso a essasespécies no Brasil. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter transversal edescritivo, realizada por meio de entrevistas semiestruturadas com sete imigrantes,majoritariamente venezuelanos e um haitiano. A análise seguiu o método de Análisede Conteúdo de Bardin. Os resultados indicaram que todos os participantesutilizavam plantas medicinais antes da migração e que seis deles mantiveram o usono Brasil, ainda que com adaptações às espécies disponíveis. Entre as plantas maiscitadas destacaram-se Plectranthus amboinicus, Cymbopogon citratus, Phyllanthusniruri, Peumus boldus e Aloe vera. As falas revelaram dificuldades no acesso àsplantas e aos serviços de saúde, bem como barreiras linguísticas que comprometema identificação das espécies. Observou-se forte correspondência entre o saberpopular dos imigrantes e as evidências científicas descritas na literatura, reforçandoa importância do conhecimento tradicional. Como produto técnico, desenvolveu-secartilha bilíngue em português, espanhol e francês com orientações sobre o usocorreto das plantas e suas equivalências linguísticas, visando facilitar o acesso àinformação e valorizar a diversidade cultural
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<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/4530</guid>
<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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