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<title>Direito</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/137</link>
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<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 09:47:25 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-08-30T09:47:25Z</dc:date>
<item>
<title>Diálogo competitivo e a sua aplicação no ordenamento jurídico brasileiro</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/4273</link>
<description>Diálogo competitivo e a sua aplicação no ordenamento jurídico brasileiro
Kazanowski, Marcos Fagundes
O objetivo deste artigo é apresentar e compreender a modalidade de licitação&#13;
denominada Diálogo Competitivo, está que chegou através da Lei 14.133/2021,&#13;
trazendo consigo dúvidas referentes a sua aplicação, funcionamento e necessidade&#13;
nas contratações Públicas. Diante disto, entender i) onde surgiu está modalidade; ii)&#13;
como ela é utilizada em outros países; iii) compreender os motivos do porquê é tão&#13;
utilizada em alguns países e outros não; iv) identificar oportunidades de utilização em&#13;
solo brasileiro; v) apresentar possíveis desafios de aplicação comparando com países&#13;
do exterior. Para realização deste trabalho foi realizada uma análise da legislação e&#13;
da literatura nacional e internacional referente ao tema. Após está análise minuciosa,&#13;
percebeu-se que o aspecto cultural de cada país é de extrema relevância para&#13;
utilização de tal modalidade, pois exige demasiada transparência e confiança na&#13;
administração pública. Levando em consideração o histórico do Brasil em corrupções&#13;
que envolvam contratos públicos, é de se esperar que está modalidade seja pouco&#13;
empregada em nosso País. Por fim, vale destacar que até o presente momento&#13;
apenas um município em todo o país se propôs a realizar uma licitação que utilize está&#13;
modalidade, mas está só terá início após a entrega deste documento.
Diálogo competitivo e a sua aplicação no ordenamento jurídico brasileiro
Kazanowski, Marcos Fagundes
Miranda, José Alberto Antunes de
O objetivo deste artigo é apresentar e compreender a modalidade de licitação&#13;
denominada Diálogo Competitivo, está que chegou através da Lei 14.133/2021,&#13;
trazendo consigo dúvidas referentes a sua aplicação, funcionamento e necessidade&#13;
nas contratações Públicas. Diante disto, entender i) onde surgiu está modalidade; ii)&#13;
como ela é utilizada em outros países; iii) compreender os motivos do porquê é tão&#13;
utilizada em alguns países e outros não; iv) identificar oportunidades de utilização em&#13;
solo brasileiro; v) apresentar possíveis desafios de aplicação comparando com países&#13;
do exterior. Para realização deste trabalho foi realizada uma análise da legislação e&#13;
da literatura nacional e internacional referente ao tema. Após está análise minuciosa,&#13;
percebeu-se que o aspecto cultural de cada país é de extrema relevância para&#13;
utilização de tal modalidade, pois exige demasiada transparência e confiança na&#13;
administração pública. Levando em consideração o histórico do Brasil em corrupções&#13;
que envolvam contratos públicos, é de se esperar que está modalidade seja pouco&#13;
empregada em nosso País. Por fim, vale destacar que até o presente momento&#13;
apenas um município em todo o país se propôs a realizar uma licitação que utilize está&#13;
modalidade, mas está só terá início após a entrega deste documento.
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<pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/4273</guid>
<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Sociedade e inseminação artificial caseira: uma análise sobre o papel do direito</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/4272</link>
<description>Sociedade e inseminação artificial caseira: uma análise sobre o papel do direito
Dutra, Gabriela Jappe
O objetivo do trabalho é analisar as inseguranças jurídicas e problematizar a falta de&#13;
legislação a respeito do tema das reproduções humanas assistidas, mais especificamente a&#13;
inseminação artificial caseira. A evolução dos modelos de família e os avanços das&#13;
possibilidades de procriação apresentam novos desafios, principalmente no campo do&#13;
direito, da sociedade e da bioética. Este artigo menciona a evolução histórica das famílias e&#13;
da inseminação artificial, além de analisar as poucas resoluções sobre o tema, mais&#13;
especificamente as resoluções do Conselho Federal de Medicina e jurisprudências recentes,&#13;
a fim de demonstrar a problematização da prática. Além disso, embora existam&#13;
jurisprudências a respeito do tema, não é um entendimento pacificado, pois reconhecem a&#13;
maternidade socioafetiva, mas não reconhecem o procedimento em si. Outrossim, a prática&#13;
da inseminação artificial caseira é desencorajada pelos órgãos de saúde, embora ainda seja&#13;
a realidade de muitas famílias que desejam ter um filho fruto de uma gestação. Conclui-se&#13;
que o limbo jurídico que o Brasil se encontra apenas coloca essas famílias em situação de&#13;
maior vulnerabilidade, sendo um exemplo de insegurança jurídica. Dessa forma, é&#13;
imprescindível a elaboração de uma legislação que vise regular a prática, a fim de garantir&#13;
segurança jurídica e garantir o direito da dignidade da pessoa humana.
Sociedade e inseminação artificial caseira: uma análise sobre o papel do direito
Dutra, Gabriela Jappe
Miranda, José Alberto Antunes de
O objetivo do trabalho é analisar as inseguranças jurídicas e problematizar a falta de&#13;
legislação a respeito do tema das reproduções humanas assistidas, mais especificamente a&#13;
inseminação artificial caseira. A evolução dos modelos de família e os avanços das&#13;
possibilidades de procriação apresentam novos desafios, principalmente no campo do&#13;
direito, da sociedade e da bioética. Este artigo menciona a evolução histórica das famílias e&#13;
da inseminação artificial, além de analisar as poucas resoluções sobre o tema, mais&#13;
especificamente as resoluções do Conselho Federal de Medicina e jurisprudências recentes,&#13;
a fim de demonstrar a problematização da prática. Além disso, embora existam&#13;
jurisprudências a respeito do tema, não é um entendimento pacificado, pois reconhecem a&#13;
maternidade socioafetiva, mas não reconhecem o procedimento em si. Outrossim, a prática&#13;
da inseminação artificial caseira é desencorajada pelos órgãos de saúde, embora ainda seja&#13;
a realidade de muitas famílias que desejam ter um filho fruto de uma gestação. Conclui-se&#13;
que o limbo jurídico que o Brasil se encontra apenas coloca essas famílias em situação de&#13;
maior vulnerabilidade, sendo um exemplo de insegurança jurídica. Dessa forma, é&#13;
imprescindível a elaboração de uma legislação que vise regular a prática, a fim de garantir&#13;
segurança jurídica e garantir o direito da dignidade da pessoa humana.
</description>
<pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/4272</guid>
<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Inteligência artificial no sistema jurídico: ética, regulação e impactos sociais</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/4271</link>
<description>Inteligência artificial no sistema jurídico: ética, regulação e impactos sociais
Souza, Leonardo Linck Soares de
Na quarta Revolução Industrial, o cenário jurídico tem testemunhado uma crescente&#13;
integração de tecnologias, com destaque para tecnologias com Inteligência Artificial&#13;
(IA). Sistemas que utilizam IA, que prometem revolucionar a prática jurídica, estão&#13;
sendo progressivamente adotados. Este artigo busca compreender as implicações&#13;
éticas, regulatórias e sociais do uso da IA no sistema jurídico. O objetivo deste estudo&#13;
é analisar os desafios e oportunidades que a IA apresenta para o direito e para a&#13;
sociedade, bem como compreender as propostas regulatórias adotadas no Brasil,&#13;
comparando-as com as de outros países. A metodologia utilizada baseia-se na análise&#13;
de doutrinas e na comparação de legislações de todo o mundo. Conclui-se que,&#13;
embora a IA traga avanços significativos para a sociedade, particularmente na&#13;
eficiência e precisão dos processos jurídicos, é essencial que sua implementação seja&#13;
acompanhada por uma estrutura regulatória consolidada.
Inteligência artificial no sistema jurídico: ética, regulação e impactos sociais
Souza, Leonardo Linck Soares de
Miranda, José Alberto Antunes de
Na quarta Revolução Industrial, o cenário jurídico tem testemunhado uma crescente&#13;
integração de tecnologias, com destaque para tecnologias com Inteligência Artificial&#13;
(IA). Sistemas que utilizam IA, que prometem revolucionar a prática jurídica, estão&#13;
sendo progressivamente adotados. Este artigo busca compreender as implicações&#13;
éticas, regulatórias e sociais do uso da IA no sistema jurídico. O objetivo deste estudo&#13;
é analisar os desafios e oportunidades que a IA apresenta para o direito e para a&#13;
sociedade, bem como compreender as propostas regulatórias adotadas no Brasil,&#13;
comparando-as com as de outros países. A metodologia utilizada baseia-se na análise&#13;
de doutrinas e na comparação de legislações de todo o mundo. Conclui-se que,&#13;
embora a IA traga avanços significativos para a sociedade, particularmente na&#13;
eficiência e precisão dos processos jurídicos, é essencial que sua implementação seja&#13;
acompanhada por uma estrutura regulatória consolidada.
</description>
<pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/4271</guid>
<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item>
<title>Tribunal penal internacional: os reflexos das obrigações do estatuto de Roma na ordem jurídica brasileira, sob uma perspectiva de integração, submissão e soberania</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/4208</link>
<description>Tribunal penal internacional: os reflexos das obrigações do estatuto de Roma na ordem jurídica brasileira, sob uma perspectiva de integração, submissão e soberania
Galhardo, Sidemar Dias
O presente artigo trata acerca da implementação do Estatuto de Roma no direito interno&#13;
brasileiro, analisando os reflexos das normas obrigacionais às quais o Brasil se comprometeu&#13;
a cumprir perante o Tribunal Penal Internacional (TPI). Estes reflexos serão analisados sob os&#13;
aspectos de integração da norma internacional ao direito brasileiro, em uma perspectiva entre&#13;
a soberania do Estado e sua aparente submissão perante o TPI. Dada a sua relevância no&#13;
contexto global atual, tendo em vista os conflitos armados e os possíveis atentados contra a&#13;
dignidade humana daí decorrentes, o TPI representaria uma força de dissuasão e repressão&#13;
contra os crimes de maior gravidade, que afetam toda a comunidade internacional. No&#13;
entanto, dado o princípio da subsidiariedade que o norteia, seus Estados partes (incluindo o&#13;
Brasil) devem harmonizar seu direito interno com as normas do Estatuto de Roma. Neste&#13;
sentido, o objetivo desse estudo é compreender a evolução histórica do processo de criação de&#13;
uma corte criminal internacional, até a assinatura e ratificação do Estatuto de Roma pelo&#13;
Brasil, verificando os reflexos das normas obrigacionais da jurisdição do TPI perante o direito&#13;
interno brasileiro. Este artigo visa explorar como as obrigações do Estatuto de Roma&#13;
influenciam a legislação brasileira, analisando o equilíbrio entre a submissão às normas&#13;
internacionais e a autonomia do ordenamento jurídico nacional. Além disso, também visa&#13;
contribuir para a discussão acerca da necessária harmonização das legislações internas com as&#13;
normas de Direito Internacional, a fim de que se torne objetiva a promoção e proteção dos&#13;
direitos humanos, bem como a consolidação de uma justiça penal universal. A metodologia de&#13;
pesquisa utilizada será a pesquisa bibliográfica, buscando livros e autores de relevância, tanto&#13;
em livros quanto em trabalhos acadêmicos que já discorreram sobre. Para contribuir,&#13;
combinada com a pesquisa bibliográfica, também será feita uma pesquisa documental, com&#13;
análises comparativas das normas jurídicas do Estatuto de Roma com a Constituição Federal&#13;
de 1988. Este estudo pretende demonstrar para a comunidade acadêmica a necessidade de se&#13;
discutir a efetividade das normas de Direito Internacional no direito interno brasileiro,&#13;
sobretudo as normas obrigacionais do TPI perante a Magna Carta, buscando respostas para os&#13;
problemas os quais se debruça a análise deste artigo. Dado o atual contexto global de conflitos&#13;
espalhados por várias partes do globo, a discussão acerca da eficácia do TPI se torna cada vez&#13;
mais premente. Longe de se pretender esgotar o assunto, este artigo pretende contribuir para a&#13;
construção de uma literatura acadêmica eficaz acerca do estudo da integração e eficácia das&#13;
normas do Estatuto de Roma com o direito interno brasileiro.
Tribunal penal internacional: os reflexos das obrigações do estatuto de Roma na ordem jurídica brasileira, sob uma perspectiva de integração, submissão e soberania
Galhardo, Sidemar Dias
Miranda, José Alberto Antunes de
O presente artigo trata acerca da implementação do Estatuto de Roma no direito interno&#13;
brasileiro, analisando os reflexos das normas obrigacionais às quais o Brasil se comprometeu&#13;
a cumprir perante o Tribunal Penal Internacional (TPI). Estes reflexos serão analisados sob os&#13;
aspectos de integração da norma internacional ao direito brasileiro, em uma perspectiva entre&#13;
a soberania do Estado e sua aparente submissão perante o TPI. Dada a sua relevância no&#13;
contexto global atual, tendo em vista os conflitos armados e os possíveis atentados contra a&#13;
dignidade humana daí decorrentes, o TPI representaria uma força de dissuasão e repressão&#13;
contra os crimes de maior gravidade, que afetam toda a comunidade internacional. No&#13;
entanto, dado o princípio da subsidiariedade que o norteia, seus Estados partes (incluindo o&#13;
Brasil) devem harmonizar seu direito interno com as normas do Estatuto de Roma. Neste&#13;
sentido, o objetivo desse estudo é compreender a evolução histórica do processo de criação de&#13;
uma corte criminal internacional, até a assinatura e ratificação do Estatuto de Roma pelo&#13;
Brasil, verificando os reflexos das normas obrigacionais da jurisdição do TPI perante o direito&#13;
interno brasileiro. Este artigo visa explorar como as obrigações do Estatuto de Roma&#13;
influenciam a legislação brasileira, analisando o equilíbrio entre a submissão às normas&#13;
internacionais e a autonomia do ordenamento jurídico nacional. Além disso, também visa&#13;
contribuir para a discussão acerca da necessária harmonização das legislações internas com as&#13;
normas de Direito Internacional, a fim de que se torne objetiva a promoção e proteção dos&#13;
direitos humanos, bem como a consolidação de uma justiça penal universal. A metodologia de&#13;
pesquisa utilizada será a pesquisa bibliográfica, buscando livros e autores de relevância, tanto&#13;
em livros quanto em trabalhos acadêmicos que já discorreram sobre. Para contribuir,&#13;
combinada com a pesquisa bibliográfica, também será feita uma pesquisa documental, com&#13;
análises comparativas das normas jurídicas do Estatuto de Roma com a Constituição Federal&#13;
de 1988. Este estudo pretende demonstrar para a comunidade acadêmica a necessidade de se&#13;
discutir a efetividade das normas de Direito Internacional no direito interno brasileiro,&#13;
sobretudo as normas obrigacionais do TPI perante a Magna Carta, buscando respostas para os&#13;
problemas os quais se debruça a análise deste artigo. Dado o atual contexto global de conflitos&#13;
espalhados por várias partes do globo, a discussão acerca da eficácia do TPI se torna cada vez&#13;
mais premente. Longe de se pretender esgotar o assunto, este artigo pretende contribuir para a&#13;
construção de uma literatura acadêmica eficaz acerca do estudo da integração e eficácia das&#13;
normas do Estatuto de Roma com o direito interno brasileiro.
</description>
<pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/4208</guid>
<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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