<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
<channel>
<title>Trabalho de Conclusão de Graduação (Letras - Inglês)</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/1729</link>
<description/>
<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 09:38:03 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-08-30T09:38:03Z</dc:date>
<item>
<title>Communicative grammar teaching in english as a second language: didactic sequences</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/1926</link>
<description>Communicative grammar teaching in english as a second language: didactic sequences
Canabarro, Guilherme Rodrigues
In this paper, we analyze the communicative grammar, which teaches us a way to impart&#13;
grammar without focusing on mechanical exercises, to teach English as a second&#13;
language. At the same time, we research about task-based activities, which gives us&#13;
some reasons as to why and how one can use more focused activities inside the&#13;
classroom. Both communicative grammar and task-based activities work well on&#13;
explaining why one should focus on a communicative approach to teach English as a L2.&#13;
Based on studies by Larsen Freeman (2003), David Nunan (2004) and other authors, we&#13;
create didactic sequences to implement in a real class environment. These sequences&#13;
focus on teaching grammar communicatively and each of them targets different grammar&#13;
topics: modals verbs and verbs in the simple past, which can be used in both regular&#13;
schools and language institutes, as long as teachers use the sequences with teen&#13;
students. I also hope that the classes are useful as molds to create new and more&#13;
communicative activities with the focus on task based activities.
Communicative grammar teaching in english as a second language: didactic sequences
Canabarro, Guilherme Rodrigues
Pasca, Maria Alejandra Saraiva
In this paper, we analyze the communicative grammar, which teaches us a way to impart&#13;
grammar without focusing on mechanical exercises, to teach English as a second&#13;
language. At the same time, we research about task-based activities, which gives us&#13;
some reasons as to why and how one can use more focused activities inside the&#13;
classroom. Both communicative grammar and task-based activities work well on&#13;
explaining why one should focus on a communicative approach to teach English as a L2.&#13;
Based on studies by Larsen Freeman (2003), David Nunan (2004) and other authors, we&#13;
create didactic sequences to implement in a real class environment. These sequences&#13;
focus on teaching grammar communicatively and each of them targets different grammar&#13;
topics: modals verbs and verbs in the simple past, which can be used in both regular&#13;
schools and language institutes, as long as teachers use the sequences with teen&#13;
students. I also hope that the classes are useful as molds to create new and more&#13;
communicative activities with the focus on task based activities.
</description>
<pubDate>Wed, 01 Jan 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/1926</guid>
<dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>“Collocations” na aquisição de vocabulário em língua inglesa como segunda língua</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/1925</link>
<description>“Collocations” na aquisição de vocabulário em língua inglesa como segunda língua
Beilner, Eduardo Henrique
Neste artigo trabalhou-se a importância do vocabulário na aquisição de língua&#13;
inglesa como segunda língua dando-se especial ênfase às collocations. Foi&#13;
abordada a definição de collocation, a diferenciação entre collocations, phrasal&#13;
verbs, idioms e compound nouns assim como a relevância de saber identificá-los e&#13;
categorizá-los. Foram apresentados exemplos de collocations que têm tradução&#13;
direta para o PB, collocations cujas tradução não é literal e ainda collocations que&#13;
não têm expressões correspondentes em PB. Desenvolveram-se também atividades&#13;
para exemplificar como trabalhar o tópico com alunos aprendizes de inglês como&#13;
segunda língua. Collocations não são exclusivas do inglês, mas são comuns a todas&#13;
as línguas e, por isso, o modo como as collocations são formadas pode envolver&#13;
questões culturais. O conhecimento do vocabulário é muito importante para&#13;
desenvolver naturalidade ao se expressar em inglês como segunda língua. Por isso,&#13;
compreender as collocations como unidades lexicais específicas, assim como saber&#13;
identificá-las em um texto, aumentará o vocabulário do aprendiz. As collocations,&#13;
assim como idioms e phrasal verbs, são recorrentes e necessárias para a&#13;
comunicação diária e, dessa forma, ter acesso a esse vocabulário aumentará o&#13;
poder de comunicação do aprendiz.
“Collocations” na aquisição de vocabulário em língua inglesa como segunda língua
Beilner, Eduardo Henrique
Pasca, Maria Alejandra Saraiva
Neste artigo trabalhou-se a importância do vocabulário na aquisição de língua&#13;
inglesa como segunda língua dando-se especial ênfase às collocations. Foi&#13;
abordada a definição de collocation, a diferenciação entre collocations, phrasal&#13;
verbs, idioms e compound nouns assim como a relevância de saber identificá-los e&#13;
categorizá-los. Foram apresentados exemplos de collocations que têm tradução&#13;
direta para o PB, collocations cujas tradução não é literal e ainda collocations que&#13;
não têm expressões correspondentes em PB. Desenvolveram-se também atividades&#13;
para exemplificar como trabalhar o tópico com alunos aprendizes de inglês como&#13;
segunda língua. Collocations não são exclusivas do inglês, mas são comuns a todas&#13;
as línguas e, por isso, o modo como as collocations são formadas pode envolver&#13;
questões culturais. O conhecimento do vocabulário é muito importante para&#13;
desenvolver naturalidade ao se expressar em inglês como segunda língua. Por isso,&#13;
compreender as collocations como unidades lexicais específicas, assim como saber&#13;
identificá-las em um texto, aumentará o vocabulário do aprendiz. As collocations,&#13;
assim como idioms e phrasal verbs, são recorrentes e necessárias para a&#13;
comunicação diária e, dessa forma, ter acesso a esse vocabulário aumentará o&#13;
poder de comunicação do aprendiz.
</description>
<pubDate>Wed, 01 Jan 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/1925</guid>
<dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Aulas remotas de inglês para crianças pré-alfabetizadas: dados de compreensão e produção oral</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/1924</link>
<description>Aulas remotas de inglês para crianças pré-alfabetizadas: dados de compreensão e produção oral
Maccarini, Ana Paula Soares
No ano de 2020, o mundo se deparou com uma pandemia e o isolamento social foi necessário&#13;
em vários países do mundo. No Brasil, não foi diferente, porém, muitas escolas não tiveram&#13;
estrutura para a adaptação de aulas remotas. Um dos maiores desafios foi adaptar as aulas&#13;
para crianças de 3 a 6 anos que, além de estarem no processo de alfabetização, não&#13;
conseguem passar muito tempo na frente do computador. Com as escolas de idiomas, o&#13;
mesmo problema foi enfrentado. A grande questão era como manter o interesse e o contato&#13;
dos alunos pré-alfabetizados com a segunda língua (L2). Quanto tempo deveria durar a aula e&#13;
quanto de suporte os pais deveriam dar foram algumas de muitas perguntas que surgiram a&#13;
cada decisão tomada. Ao longo da adaptação, juntamente às aulas bem sucedidas, surgiu o&#13;
tema deste artigo: como ocorre a compreensão e produção oral de crianças pré-alfabetizadas&#13;
aprendizes de inglês como L2 através de aulas remotas. Com a gravação dos encontros&#13;
remotos individuais e em grupo, os dados coletados foram utilizados para analisar o&#13;
desenvolvimento da compreensão e da produção oral dos alunos em aulas remotas em&#13;
comparação ao desenvolvimento das mesmas habilidades nos encontros presenciais. Neste&#13;
estudo qualitativo, a coleta de dados mostrou que apesar do formato diferente de aula, os&#13;
alunos, em sua maioria, conseguiram manter um nível satisfatório de compreensão e&#13;
produção oral, comparado à sua performance nas mesmas habilidades nas aulas do ano&#13;
anterior feitas presencialmente. Os resultados também mostram que independentemente do&#13;
nível de conhecimento, a adaptação às aulas remotas depende da personalidade do aluno,&#13;
juntamente à metodologia correta. Portanto, em uma situação como a de 2020, conseguimos&#13;
obter bons resultados, e os alunos e responsáveis apresentaram um nível de satisfação&#13;
notável, apesar de preferirem as aulas presenciais e de os resultados de compreensão e&#13;
produção oral se mostrarem levemente superiores.
Aulas remotas de inglês para crianças pré-alfabetizadas: dados de compreensão e produção oral
Maccarini, Ana Paula Soares
Pasca, Maria Alejandra Saraiva
No ano de 2020, o mundo se deparou com uma pandemia e o isolamento social foi necessário&#13;
em vários países do mundo. No Brasil, não foi diferente, porém, muitas escolas não tiveram&#13;
estrutura para a adaptação de aulas remotas. Um dos maiores desafios foi adaptar as aulas&#13;
para crianças de 3 a 6 anos que, além de estarem no processo de alfabetização, não&#13;
conseguem passar muito tempo na frente do computador. Com as escolas de idiomas, o&#13;
mesmo problema foi enfrentado. A grande questão era como manter o interesse e o contato&#13;
dos alunos pré-alfabetizados com a segunda língua (L2). Quanto tempo deveria durar a aula e&#13;
quanto de suporte os pais deveriam dar foram algumas de muitas perguntas que surgiram a&#13;
cada decisão tomada. Ao longo da adaptação, juntamente às aulas bem sucedidas, surgiu o&#13;
tema deste artigo: como ocorre a compreensão e produção oral de crianças pré-alfabetizadas&#13;
aprendizes de inglês como L2 através de aulas remotas. Com a gravação dos encontros&#13;
remotos individuais e em grupo, os dados coletados foram utilizados para analisar o&#13;
desenvolvimento da compreensão e da produção oral dos alunos em aulas remotas em&#13;
comparação ao desenvolvimento das mesmas habilidades nos encontros presenciais. Neste&#13;
estudo qualitativo, a coleta de dados mostrou que apesar do formato diferente de aula, os&#13;
alunos, em sua maioria, conseguiram manter um nível satisfatório de compreensão e&#13;
produção oral, comparado à sua performance nas mesmas habilidades nas aulas do ano&#13;
anterior feitas presencialmente. Os resultados também mostram que independentemente do&#13;
nível de conhecimento, a adaptação às aulas remotas depende da personalidade do aluno,&#13;
juntamente à metodologia correta. Portanto, em uma situação como a de 2020, conseguimos&#13;
obter bons resultados, e os alunos e responsáveis apresentaram um nível de satisfação&#13;
notável, apesar de preferirem as aulas presenciais e de os resultados de compreensão e&#13;
produção oral se mostrarem levemente superiores.
</description>
<pubDate>Wed, 01 Jan 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/1924</guid>
<dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</channel>
</rss>
