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<title>Apresentação em Eventos (Direito)</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/232</link>
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<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 10:15:34 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-08-30T10:15:34Z</dc:date>
<item>
<title>Afinal, os muros mais altos correspondem à maior segurança às vítimas de violência de gênero?</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/3580</link>
<description>Afinal, os muros mais altos correspondem à maior segurança às vítimas de violência de gênero?
Costa, Renata Almeida da; Carlos, Paula Pinhal de; Pinto, Jéssica Nunes
Não é incomum dizer que a vida em sociedade, muitas vezes, ocasiona a sensação de medo e&#13;
insegurança. O cerne da questão reside em que, de fato, consiste essa sensação de medo e&#13;
insegurança e quais são os efeitos dela na vida em sociedade, sobretudo, considerando os&#13;
aspectos que envolvem violência de gênero, mais especificamente, violência doméstica e&#13;
familiar praticada contra a mulher. Assim, o presente estudo tem por finalidade promover&#13;
reflexão acerca da segregação social ocasionada pela sensação de medo e de suas&#13;
repercussões nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher (VDFCM). Para&#13;
isso, conceitua-se, gênero, com a finalidade de associar o termo à violência contra as&#13;
mulheres, em razão de serem do sexo feminino e, portanto, vítimas do patriarcado arraigado&#13;
culturalmente, bem como retrata a realidade do enclausuramento nos casos em que ocorrem&#13;
violência doméstica. A metodologia adotada qualitativa e a coleta de dados por meio de&#13;
pesquisa bibliográfica.
Afinal, os muros mais altos correspondem à maior segurança às vítimas de violência de gênero?
Costa, Renata Almeida da; Carlos, Paula Pinhal de; Pinto, Jéssica Nunes
Não é incomum dizer que a vida em sociedade, muitas vezes, ocasiona a sensação de medo e&#13;
insegurança. O cerne da questão reside em que, de fato, consiste essa sensação de medo e&#13;
insegurança e quais são os efeitos dela na vida em sociedade, sobretudo, considerando os&#13;
aspectos que envolvem violência de gênero, mais especificamente, violência doméstica e&#13;
familiar praticada contra a mulher. Assim, o presente estudo tem por finalidade promover&#13;
reflexão acerca da segregação social ocasionada pela sensação de medo e de suas&#13;
repercussões nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher (VDFCM). Para&#13;
isso, conceitua-se, gênero, com a finalidade de associar o termo à violência contra as&#13;
mulheres, em razão de serem do sexo feminino e, portanto, vítimas do patriarcado arraigado&#13;
culturalmente, bem como retrata a realidade do enclausuramento nos casos em que ocorrem&#13;
violência doméstica. A metodologia adotada qualitativa e a coleta de dados por meio de&#13;
pesquisa bibliográfica.
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/3580</guid>
<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item>
<title>“Não baixe a cabeça, baixe o app”: um aplicativo como ferramenta de emancipação de trabalhadoras domésticas no Brasil</title>
<link>http://hdl.handle.net/11690/3579</link>
<description>“Não baixe a cabeça, baixe o app”: um aplicativo como ferramenta de emancipação de trabalhadoras domésticas no Brasil
Carlos, Paula Pinhal de; Velasco, Pamella Bauer
O presente trabalho analisa se diante dos marcadores de gênero, classe e raça que se&#13;
apresentam no trabalho doméstico é possível a utilização de ferramentas tecnológicas, como&#13;
um aplicativo para smartphones, para responder a demandas dessa categoria de trabalhadoras.&#13;
O objetivo geral é pensar a temática do trabalho doméstico inserido no contexto de&#13;
movimentos sociais, sindicais e políticos que estão associados ao alcance dos direitos&#13;
assegurados por lei na atualidade e quem são as mulheres que hoje são destinatárias dessas&#13;
garantias. Os objetivos específicos são: pensar se as condições das trabalhadoras domésticas&#13;
são compatíveis com o uso de ferramentas tecnológicas como forma de emancipação da&#13;
categoria e se o uso desses meios responde a demandas concretas das relações de trabalho&#13;
doméstico. A hipótese básica é de que o acesso à tecnologia é uma forma viável de oferecer&#13;
recursos de assistência às trabalhadoras domésticas, observadas as adequações das&#13;
ferramentas às necessidades apresentadas. A hipótese secundária é de que os recortes de&#13;
classe e etário predominantes no trabalho doméstico restringem a utilização desse tipo de&#13;
ferramenta por trabalhadoras domésticas. As constatações resultantes dessa pesquisa apontam&#13;
que meios tecnológicos, como o App Laudelina, respondem adequadamente às principais&#13;
demandas das trabalhadoras domésticas e fornecem aportes para a emancipação profissional&#13;
da categoria.
“Não baixe a cabeça, baixe o app”: um aplicativo como ferramenta de emancipação de trabalhadoras domésticas no Brasil
Carlos, Paula Pinhal de; Velasco, Pamella Bauer
O presente trabalho analisa se diante dos marcadores de gênero, classe e raça que se&#13;
apresentam no trabalho doméstico é possível a utilização de ferramentas tecnológicas, como&#13;
um aplicativo para smartphones, para responder a demandas dessa categoria de trabalhadoras.&#13;
O objetivo geral é pensar a temática do trabalho doméstico inserido no contexto de&#13;
movimentos sociais, sindicais e políticos que estão associados ao alcance dos direitos&#13;
assegurados por lei na atualidade e quem são as mulheres que hoje são destinatárias dessas&#13;
garantias. Os objetivos específicos são: pensar se as condições das trabalhadoras domésticas&#13;
são compatíveis com o uso de ferramentas tecnológicas como forma de emancipação da&#13;
categoria e se o uso desses meios responde a demandas concretas das relações de trabalho&#13;
doméstico. A hipótese básica é de que o acesso à tecnologia é uma forma viável de oferecer&#13;
recursos de assistência às trabalhadoras domésticas, observadas as adequações das&#13;
ferramentas às necessidades apresentadas. A hipótese secundária é de que os recortes de&#13;
classe e etário predominantes no trabalho doméstico restringem a utilização desse tipo de&#13;
ferramenta por trabalhadoras domésticas. As constatações resultantes dessa pesquisa apontam&#13;
que meios tecnológicos, como o App Laudelina, respondem adequadamente às principais&#13;
demandas das trabalhadoras domésticas e fornecem aportes para a emancipação profissional&#13;
da categoria.
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11690/3579</guid>
<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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