Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://hdl.handle.net/11690/2389
Autor(es): Waismann, Moisés
Araujo, Margarete Panerai
Bem, Judite Sanson
Título: Empreendimentos criativos na cidade de Porto Alegre: considerações iniciais sobre as capacitações profissionais de seus gestores
Palavras-chave: Empreendimentos criativos;Porto Alegre;Orçamento participativo;Formação profissional
Data do documento: 2018
Editor: UFPEL
Citação: ARAUJO, M. P.; BEM, J. S.; WAISMANN, M. Formação dos Gestores dos empreendimentos criativos na cidade de Porto Alegre: considerações iniciais sobre o Orçamento Participativo. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE ESTUDOS URBANOS E REGIONAIS, 2018, 9., Pelotas, RS. Anais… Pelotas: Ed. UFPEL, 2018. p. 1-13. Disponível em: https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/seur/article/view/14281. Acesso em: 02 dez. 2021.
Resumo: Indústria criativa é um termo cunhado em 1994, quando da publicação do Relatório Nação Criativa[1]. Na Europa, este termo desponta quando autores e políticos procuravam estudar e evidenciar que atividades produtivas poderiam responder, mais rapidamente, aos desajustes econômicos e sociais, decorrentes da crise dos anos 1980. Os diferentes segmentos que compõem a indústria criativa demandam, de forma crescente, escolarização, formação devido à mesma capacitar à absorção de capacidade para criar, inventar, propor, pensar possibilidades alternativas. A gestão das empresas demanda formação profissional, possibilitando o aumento da produtividade. Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, é formada por 17 Regiões denominadas Orçamento Participativo e estes divididos em bairros os quais apresentavam mais de 20.000 estabelecimentos ou unidades criativas empresariais, em 2016. O objetivo geral deste artigo é verificar se os empresários dos diferentes segmentos criativos do município de Porto Alegre, divididos por região do Orçamento Participativo, apresentavam formação profissional para o exercício de suas atividades. O método utilizado foi qualitativo com uso de técnicas descritivas e bibliográficas, bem como o uso de dados estatísticos obtidos do material pesquisado para análise. Concluiu-se que os diferentes perfis dos gestores desta pesquisa estavam associados, entre outros: ao tipo de segmento em que seu negócio está inserido, que há atividades que deveriam apresentar um perfil mais arrojado em se tratando de escolarização, havendo muito potencial para se expandir. Percebeu-se, também, que os segmentos mais intensivos em tecnologia já apresentavam à época da pesquisa uma maior formação profissional de seus gestores.
Aparece nas coleções:Artigo de Periódico (Gestão de Recursos Humanos)

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