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Título: Escala de autoeficácia profissional para pessoas com deficiência: um estudo de adaptação da escala de autoeficácia geral percebida e validação de conteúdo em uma instituição federal de ensino superior do rs
Autor(es): Machado, Ronise Dias
Carvalho Leite, José Carlos de
Palavras-chave: autoeficácia profissional
avaliação psicológica
pessoa com deficiência
Data do documento: 2018
Editor: Unilasalle
Resumo: JUSTIFICATIVA: O desenvolvimento de instrumentos de avaliação da autoeficácia profissional para pessoas com deficiência é potencialmente útil para o avanço no desenvolvimento de indicadores de saúde de trabalhadores com deficiência, políticas de gestão e promover uma avaliação que vai além do desempenho das tarefas. OBJETIVOS: acessar a validade de conteúdo da Escala de Autoeficácia Profissional para Pessoas com Deficiência (EAPPCD) adaptada da Escala de Autoeficácia Geral Percebida (EAGP), acessar os níveis de clareza da linguagem e de pertinência prática dos itens da EAPPCD e sua confiabilidade, e, adaptar termos e formas dos itens deste instrumento com base nos índices de clareza e pertinência e nas observações dos juízes avaliadores. MÉTODO: estudo misto, descritivo e transversal com servidores e alunos bolsistas de uma Instituição Federal de Ensino Superior (IFES) do estado do Rio Grande do Sul. Foi realizada a adaptação dos itens da EAGP; inclusão de itens com as variáveis inclusão social, satisfação e bem-estar no trabalho; avaliação dos juízes avaliadores dos itens da EAPPCD; cálculo da validade de conteúdo adaptado de Hernandez-Nieto; cálculo da confiabilidade da medida de clareza e pertinência e; adequação dos itens. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: Teoria Social Cognitiva de Albert Bandura, Psicologia Positiva, Psicometria, Coeficiente da Validade de Conteúdo (CVC) proposto por Hernandez-Nieto e literatura atual sobre pessoas com deficiência e inclusão social. RESULTADOS: Participaram 35 sujeitos do Núcleo de Inclusão e Acessibilidade, Núcleo de Estudos em Psicologia Positiva e servidores com deficiência da IFES. A idade variou de 22 a 62 anos; mais de 70% do sexo feminino; 74,3% com ensino superior completo; 65,7% servidores técnicos-administrativos e docentes; 34,3% alunos bolsistas e; 45,7% servidores com deficiência. O ponto de corte foi ≥ 0,70 para o CVC e confiabilidade. O CVC total para clareza do instrumento foi 0,88 e pertinência de 0,86. O Alpha de Cronbach para clareza do instrumento foi 0,78 e o Alpha para pertinência foi 0,83. CONCLUSÃO: A escala mostrou evidências de validade de conteúdo e confiabilidade favoráveis. Futuros estudos são necessários para validar a segunda versão do instrumento que obteve 14 itens após análise dos comentários e adequação. As barreiras atitudinais como um desafio das pessoas com deficiência e inserção nos itens que considerem os recursos de acessibilidade, foram os comentários mais recorrentes pelos participantes para uma inclusão social efetiva no ambiente de trabalho. Espera-se contribuir com o avanço no desenvolvimento de indicadores de saúde de trabalhadores com deficiência, políticas de gestão e mapeamento do perfil das PCDs no trabalho a partir do desenvolvimento da EAPPCD.
URI: http://hdl.handle.net/11690/1127
Aparece nas coleções:Dissertação (Saúde e Desenvolvimento Humano)

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