Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://hdl.handle.net/11690/4487
Autor(es): Rocha, Nícolas Régis Silva da
Título: Acessibilidade na psicologia clínica: uma revisão narrativa sobre barreiras estruturais e as possíveis adaptações e estratégias para uma clínica acessível
Palavras-chave: acessibilidade psicológica;psicologia clínica;inclusão na psicoterapia
Data do documento: 2025
Editor: Universidade La Salle
Citação: ROCHA, Nícolas Régis Silva da. Acessibilidade na psicologia clínica: uma revisão narrativa sobre barreiras estruturais e as possíveis adaptações e estratégias para uma clínica acessível. 2025. 15 f. Trabalho de Conclusão (graduação em Psicologia) – Universidade La Salle, Canoas, 2025. Disponível em: https://svr-net20.unilasalle.edu.br/handle/11690/4487. Acesso em: 13 fev. 2025.
Resumo: A psicoterapia é um processo clínico voltado à promoção do autoconhecimento, regulação emocional e redução do sofrimento, porém historicamente foi estruturada sobre um modelo presencial rígido, voltado a um paciente ideal capaz de deslocar-se, comunicar-se oralmente e permanecer em setting tradicional. Esse formato exclui uma parcela expressiva da população, criando barreiras que comprometem tanto o início quanto a continuidade do tratamento. Nesse cenário, o objetivo deste estudo foi revisar criticamente a literatura científica sobre iniciativas, adaptações e práticas que promovem acessibilidade na psicoterapia, especialmente para populações que enfrentam barreiras físicas, geográficas ou psicológicas. Trata-se de uma revisão narrativa realizada a partir de buscas em bases científicas, reunindo estudos empíricos, documentos normativos e revisões que abordam intervenções, tecnologias assistivas e modalidades clínicas voltadas à inclusão e continuidade do cuidado psicológico. Os achados indicam uma ruptura importante no entendimento de acessibilidade mostrando que não é o paciente que falha em adequar-se à clínica, mas a clínica que precisa adaptar-se ao paciente. A telepsicologia, formatos híbridos, flexibilização de duração das sessões, comunicação alternativa, uso de recursos visuais, Libras e suporte tecnológico aparecem como estratégias decisivas para ampliar adesão e diminuir abandono. Evidencia-se também que a maior barreira não é tecnológica, mas atitudinal, pois observou-se escassez da presença de psicoterapeutas capacitados para este tipo de atendimento. Conclui-se que práticas acessíveis fortalecem o vínculo, aumentam permanência e tornam a psicoterapia realmente inclusiva. A literatura aponta a necessidade de maior capacitação profissional, atualização normativa e ampliação das discussões sobre acessibilidade nas formações em Psicologia.
Orientador(es): Lopes, Ana Claudia Braun
Aparece nas coleções:Trabalho de Conclusão de Graduação (Psicologia)

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