Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://hdl.handle.net/11690/4602
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dc.contributor.authorVerdun, Paola-
dc.date.accessioned2026-09-24T21:05:52Z-
dc.date.available2026-09-24T21:05:52Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.citationVERDUN, Paola. Memórias autobiográficas de professores de danças afros: ancestralidade, corpo e contemporaneidade nas práticas docentes. 2026. 217 f. Tese (doutorado em Memória Social e Bens Culturais) – Universidade La Salle, Canoas, 2026. Disponível em:. Acesso em: 24 set. 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11690/4602-
dc.description.abstractEsta Tese de Doutorado trata das Danças Afros, expressões artísticas e culturais muito importantes para grupos de profissionais que recebem os conhecimentos desta arte por transmissão oral e corporal por parte de seus ancestrais, ou por seus professores. Alguns desses profissionais tornam-se também professores que oferecem os meios efetivos de acolhimento desta arte tão importante para a cultura negro-africana e de seus alunos. Sendo assim, a pergunta que guia este trabalho é como o professor de Danças Afros acolhe e compreende essas danças em sua profissão? Como objetivo geral, o trabalho busca identificar, nas narrativas autobiográficas de professores de danças afros, como ocorre o acolhimento dessas danças pelo seu corpo, como arte e cultura em sua profissão e como isso se relaciona a sua ancestralidade. O percurso metodológico, de cunho qualitativo, incluiu entrevistas qualitativas abertas com esses profissionais de Danças afros como instrumentos de coleta de dados para construção de documentos orais, amparada por Yin (2016) e pelo campo de estudos da Memória Social e Bens Culturais (Candau, 2018 e Ricoeur, 2003; 2007). Apoiando-se nos conceitos de Escrevivência (Evaristo, 2020; Evaristo de Brito, 1996), Oralitura (Martins, 2021a), Autobiografia (Josso, 1999; 2002) e Autoficção (Duarte, 2010), trata-se de uma pesquisa que envolveu histórias de vida e contextos sócio-históricos, por meio do qual memória e identidade tornam se também muito importantes. A investigação revelou que os profissionais colaboradores compartilham trajetórias semelhantes com as danças, iniciadas na infância em ambientes familiares ou comunitários, embora as danças afros tenham sido historicamente marcadas por invisibilidade e só recentemente acessível, como apareceu em um dos relatos. A formação dos professores ocorreu de modos distintos: de forma autodidata e depois em contato com mestres das culturas afro, para alguns. Outros tiveram orientação de professores que hoje consideram referências em suas vidas. Os docentes reconhecem a ancestralidade em sua prática cotidiana e nas aulas, diferenciando o sagrado dos terreiros do aspecto artístico das performances. Quanto ao corpo, suas experiências como praticantes, alunos e professores os constituíram como corpos negros conscientes da responsabilidade social e política de assumir identidade e ancestralidade negras. E embora atuem em diferentes contextos, todos enfrentam lutas semelhantes contra o racismo e outras formas de discriminação.pt_BR
dc.publisherUniversidade La Sallept_BR
dc.subjectDançapt_BR
dc.subjectAncestralidadept_BR
dc.subjectIdentidade negrapt_BR
dc.subjectDanças afro brasileiraspt_BR
dc.titleMemórias autobiográficas de professores de danças afros: ancestralidade, corpo e contemporaneidade nas práticas docentespt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.contributor.advisorRosa, Lúcia Regina Lucas da-
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